5 maneiras de avaliar a motivação dos funcionários

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Tendo em vista a crescente competitividade entre empresas dos mais variados setores, não são poucas as organizações que vêm buscando alternativas e estratégias com o objetivo de alcançar melhores resultados em um cenário tão turbulento e em constante mudança.

Dentro desse contexto, gestores e diretorias mais antenadas já se deram conta de que a motivação dos funcionários é um dos fatores que possui maior influência no sucesso de uma empresa. Afinal, eles são os principais responsáveis pelo alcance de metas, planos e objetivos, não é mesmo?

Embora isso tenha uma importância crucial dentro do mundo corporativo atual, muitos gerentes e líderes ainda possuem certa dificuldade em construir estratégias realmente efetivas de motivação de suas equipes — e, mais do que isso, em avaliar o nível de engajamento real promovido por essas ações. Esse é o seu caso?

Então não deixe de conferir o nosso post de hoje! Nos tópicos abaixo abordaremos questões bastante pertinentes sobre esse assunto e ainda listaremos 5 maneiras bastante eficazes de avaliar a motivação de seus colaboradores. Continue a leitura e fique por dentro!

A importância da motivação dos funcionários

Definitivamente, foi-se o tempo em que máximas como “trabalhe sem descanso”, “aguente qualquer coisa em prol de seu emprego” e “obedeça a tudo sem questionar, se quiser se manter empregado” eram seguidas à risca pelas pessoas.

Na última década, com a chegada da era da informação e da tecnologia, houve uma mudança rápida e brusca de paradigmas e valores. A chegada da Geração Y (pessoas nascidas nas décadas de 1980 e 1990) ao mercado de trabalho contribuiu para o início de uma transformação marcante dentro do mundo corporativo.

Mais do que nunca as empresas estão valorizando o que consideram o seu bem mais precioso: o capital humano. E não é para menos! Afinal, são as equipes e os funcionários que realmente constroem, dia a dia, os resultados da empresa. Sem eles, tudo fica estagnado.

Líderes e gestores, sozinhos, pouco podem fazer em prol da companhia. É necessário contar com pessoas que “coloquem a mão na massa” e que “vistam a camisa da empresa”, para que tudo saia conforme o planejado. Isso se torna especialmente verdade em tempos de crise econômica e financeira em níveis mundiais, certo?

Para que se alcance o nível de engajamento e produtividade necessário para fazer uma empresa crescer, fica fácil enxergar que é crucial que os funcionários estejam motivados, não é mesmo? Basta refletir e utilizar um pouco da imaginação para comprovar essa teoria.

Quem daria tudo de si e usaria todo o seu potencial e talento ao ter que acordar cedo, enfrentar um trânsito caótico para chegar ao trabalho e lá encontrar um clima organizacional pesado, chefes nada empáticos, nenhum reconhecimento e um acúmulo de tarefas sobre-humano? Ninguém, concorda?

Por isso, é necessário que empresas que ainda não estão atentas a essa questão o façam o mais rápido possível! Poder contar com funcionários motivados, felizes com seu trabalho e cientes de sua importância para a organização para a qual trabalham é uma garantia de resultados empresariais bastante satisfatórios e positivos.

O impacto da satisfação nos resultados obtidos

Já que citamos o alto nível de motivação como um dos pilares necessários para o sucesso de uma empresa, neste tópico explicaremos mais detalhadamente o impacto dessa satisfação nos resultados obtidos por uma organização.

Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria 4hunter, com mais de 500 profissionais espalhados por companhias de todo o país, revelou que o clima organizacional desagradável e a falta de reconhecimento profissional são as duas principais causas de desmotivação no ambiente de trabalho. Quer entender como a desmotivação influencia os resultados?

Uma análise simples é capaz de demonstrar claramente o quanto esses dois fatores — motivação e alcance de resultados — estão diretamente ligados. Funcionários desmotivados são comprovadamente menos produtivos, demoram mais tempo para executar tarefas, são menos proativos e apresentam níveis muito maiores de faltas ao trabalho, pedidos de demissão e afastamentos por motivos médicos.

Por outro lado, colaboradores que se dizem felizes e motivados pela empresa ou pelo líder a quem são subordinados apresentam maior engajamento com tarefas e projetos, se relacionam melhor com os colegas de equipe e possuem 87% menos chances de abandonar uma tarefa, por mais complexa que ela seja.

Ao analisar os dois cenários antagônicos descritos nos parágrafos acima, fica evidente que as empresas que contam com um número maior de funcionários motivados alcançará melhores resultados e baterá metas anteriormente estipuladas de maneira muito mais fácil e fluída do que uma companhia que conta com um time que sofre ao ir trabalhar a cada dia, certo?

O papel dos gestores na motivação diária

Apesar de as empresas como um todo serem responsáveis pela criação e pelo planejamento de estratégias e programas que visem a aumentar a motivação de seus funcionários, é fundamental que os líderes e gestores saibam que possuem, sim, um papel extremamente relevante nessa questão.

De maneira geral, um gestor é visto como um exemplo a ser seguido por seus comandados. Além disso, é a pessoa que, por ser teoricamente mais experiente na profissão, guiará e orientará a equipe, apontando os erros e acertos tanto individuais quanto coletivos.

Porém, somada a todas essas atribuições inerentes a um cargo de gestor, está também a de motivar e engajar pessoas. Isso pode ser feito de diversas formas. A primeira e mais simples têm relação direta com o comportamento e o nível de motivação do próprio gestor dentro do ambiente de trabalho.

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Se você, como líder, chega ao trabalho todas as manhãs mal humorado, queixando-se de tudo e esbravejando com todos, esperar que sua equipe se mostre motivada é bastante incoerente, certo?

Do mesmo modo, embora seja papel do gestor criticar e apontar equívocos, existem maneiras de fazer esse tipo de observação sob uma ótica mais positiva e construtiva. Somente dizer que algo está errado ou mal feito não contribuirá para que a pessoa melhore — muito pelo contrário.

Com isso, você poderá fazer com que ela se sinta mal e incompetente, o que contribui significativamente para a diminuição do nível de motivação de qualquer pessoa, não é?

Por outro lado, caso você se mostre como um gestor que possui um alto nível de empatia, sabendo colocar-se no lugar de seus funcionários e tentando, de fato, compreender como se sentem, o engajamento da equipe tende a aumentar bastante.

Criticar apontando soluções e sugerindo novos caminhos incentiva as pessoas a dar o melhor de si, a querer melhorar e apresentar melhores resultados. Por fim, reconhecer os bons resultados e o alcance de metas da equipe ou de um funcionário em particular é praticamente uma receita de motivação corporativa.

Todo ser humano gosta de ser reconhecido e elogiado quando apresenta um bom trabalho. Não por acaso, a falta de reconhecimento foi citada, no levantamento da 4hunter, como uma das questões que mais desmotivam as pessoas.

Assim, ser um líder que sabe oferecer feedbacks construtivos e, principalmente, elogiar é fundamental para ter uma equipe engajada e motivada. Toda vez que algo sair melhor do que o esperado, diga isso em alto e bom som. Acredite, você não se arrependerá de fazer isso.

As 5 maneiras de avaliar a motivação na prática

Se você acompanhou a leitura desse post até aqui, provavelmente já está mais do que convencido que o nível de motivação e satisfação de seus funcionários possui uma ligação direta com os resultados obtidos por sua empresa, certo?

Ok, mas então como se pode avaliar, de maneira efetiva, se seus colaboradores estão realmente motivados com seus trabalhos e tarefas diárias? Para lhe auxiliar nessa questão, abaixo listamos cinco indicadores que, quando medidos e avaliados corretamente, podem ser de grande ajuda.

Eles são excelentes para que você possa ter uma visão mais ampliada do nível de motivação dos funcionários e, a partir disso, elaborar e replanejar estratégias mais alinhadas, caso isso se mostre necessário. Vamos lá?

1. Produtividade diária

Como já mencionamos nesse post, funcionários motivados produzem mais. Assim, é fácil perceber que medir a produtividade diária pode dar bons indícios sobre o nível de motivação das pessoas. Porém, aqui cabe uma reflexão: em sua empresa, o que significa ser produtivo?

A palavra produtividade possui significados bastante distintos, dependendo do objetivo. Para uma indústria, por exemplo, pode ser a quantidade de produtos fabricados em X horas. Mas e quanto à produtividade de indivíduos? É preciso, antes de tudo, saber o que se deve medir na hora de concluir se as pessoas estão ou não sendo produtivas.

Nesse contexto, uma boa maneira de medir a produtividade diária dos funcionários é estabelecer a porcentagem de tarefas planejadas ou delegadas versus tarefas concluídas. As pessoas estão conseguindo entregar suas tarefas dentro do prazo estipulado a cada dia?

Porcentagens entre 75% e 100% de tarefas planejadas e concluídas indicam altos níveis de produtividade e, consequentemente, de satisfação.

2. NPS interno

Você já ouviu falar de NPS (Net Promoter Score)? Essa métrica, proposta pela primeira vez em 2003 pelo consultor Fred Reichheld, tem como objetivo medir a satisfação dos clientes de uma organização.

Basicamente, o NPS é calculado a partir de uma única pergunta: “em uma escala de 0 a 10, o quanto você nos indicaria para um amigo ou colega?”, sendo 0 o mesmo que “de jeito nenhum” e 10 “com toda a certeza”.

Considerada como a métrica da lealdade, o NPS ajudou muitas empresas a ter uma medida real da satisfação de seus clientes. Justamente por sua eficiência, o NPS passou também a ser medido internamente, com os funcionários das companhias.

Perguntar, em uma escala de 0 a 10, o quanto cada funcionário indicaria a empresa a um amigo para trabalhar pode, então, dar uma visão bastante precisa do nível de satisfação de seus colaboradores.

Obviamente, para que seja realmente eficiente, é necessário que a pergunta possa ser respondida de forma anônima, para que as pessoas possam se sentir à vontade para responder com sinceridade e expressar sua verdadeira opinião.

3. Retenção de funcionários

Outra excelente maneira de medir o nível de motivação dos funcionários é monitorar constantemente a porcentagem de retenção dos talentos na empresa. Altas taxas de pedidos de demissão e de rotatividade é um importante indicativo de que os funcionários não estão satisfeitos.

Em tempos em que as empresas estão disputando a tapa profissionais que se destacam, é imprescindível que as organizações se atentem para a importância de manter os colaboradores motivados com suas atividades. Do contrário, as chances de perder grandes talentos para a concorrência são bastantes altas.

4. Benefícios oferecidos

Não são poucas as empresas que oferecem benefícios aos funcionários como uma estratégia de motivação. E não é para menos! A distribuição de benefícios para os profissionais que se destacam e mostram bons resultados é uma maneira respeitosa e efetiva de reconhecer os esforços e o talento deles e estimulá-los a continuar trabalhando em prol da companhia.

Porém, é necessário ter cuidado para que a estratégia realmente esteja alinhada com o perfil dos contemplados, sob o risco de os resultados não serem efetivos. Por isso, antes de sair oferecendo benefícios por aí, procure conhecer mais a fundo os colaboradores.

Pergunte o quão satisfeitos ficaram com os benefícios oferecidos anteriormente e, a partir das respostas coletadas, crie estratégias que sejam mais efetivas quando o assunto é manter a motivação no ambiente de trabalho.

5. Clima organizacional

É quase uma unanimidade: estar oito horas por dia, cinco dias por semana em um ambiente tenso, desagradável e competitivo em demasia não é saudável e pode acarretar em altíssimos níveis de estresse, desmotivação e insatisfação com o trabalho.

Em função disso, fazer uma avaliação do clima organizacional da empresa — ao menos uma vez ao ano — é crucial. Acredite, grande parte dos líderes e gestores não ouvem os “papos de corredor” e os pequenos problemas e desentendimentos entre colegas de trabalho que, quando acumulados ao longo do tempo, podem minar a motivação de suas equipes.

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Ao avaliar, utilizando metodologias certeiras o clima organizacional da empresa, os gestores têm uma visão ampla da situação e, a partir daí, podem elaborar estratégias e soluções que visem a criar um clima leve, motivador e que façam com que as pessoas se sintam estimuladas a dar o seu melhor.

A importância de um programa de motivação

É provável que, ao passar a avaliar os níveis de motivação dos funcionários utilizando alguma — ou algumas — das estratégias citadas no tópico acima, bastante efetivas para levantar respostas sobre essa questão, você chegue à conclusão de que seus colaboradores não estão tão satisfeitos quanto você imaginava. O que fazer?

Dentro desse contexto, fica bastante evidente que a criação de programas de motivação bem pensados e estruturados se faz necessário em toda e qualquer empresa que deseja ser sustentável e competitiva a longo prazo.

Esse tipo de campanha costuma dar excelentes resultados, pois, além de motivar e reconhecer os profissionais que se destacam, também tem o poder de integrar as pessoas, fortalecendo laços e criando um sentimento de identificação com o local de trabalho e os colegas.

Por mais que, à primeira vista, muitos gestores possam torcer o nariz para a implementação desse tipo de programa em função de preocupações com gastos excessivos e estouros de orçamento, o que ocorre é, quase sempre, o oposto disso.

Como já dissemos, funcionários motivados e satisfeitos produzem mais e melhor, são mais proativos e comprometidos com suas tarefas. O resultado disso tudo pode ser visto já a médio prazo, com aumento dos lucros e redução das despesas. Ou seja, na verdade os programas de motivação são um meio de melhorar a situação financeira da empresa.

Agora que você já sabe da importância de criar ou reestruturar o programa de motivação em sua empresa, nos tópicos seguintes abordaremos dois tipos de estratégia que costumam dar excelentes resultados quando bem aplicadas: os eventos corporativos e as viagens de incentivo. Fique ligado!

Os eventos como motivação estratégica

Por mais formal, sério e profissional que seja o perfil da empresa e de seus colaboradores, todo mundo gosta de ter um tempo de relaxamento e lazer de vez em quando, não é mesmo? Um momento para descontrair, interagir mais intimamente com os colegas e chefes e ter conversas sobre assuntos que não sejam exclusivamente trabalho é sempre bom.

Nada pode ser mais efetivo para isso tudo do que o oferecimento de eventos corporativos por parte da companhia. Desde jantares, bailes e entrega de premiações anuais até um simples happy hour em um local bacana uma vez por mês podem trazer inúmeros benefícios para o clima organizacional.

É claro que, para organizar um evento corporativo que realmente traga resultados e aumente a motivação dos funcionários, é necessário uma boa dose de planejamento — ou o tiro corre o risco de sair pela culatra.

Conhecer bem o perfil dos colaboradores, saber o que gostam de ouvir e comer e que tipo de evento lhes chama mais a atenção é o primeiro passo rumo a um evento de sucesso. Também é possível lançar mão de ferramentas tecnológicas e diferenciadas, que cumprem de maneira excelente seu papel de cativar e encantar o público.

Pode-se dizer o mesmo da contratação de atrações, como cantores, palestrantes e atores. Quando escolhidos a dedo, podem fazer milagres!

Existe uma infinidade de possibilidades quando o assunto é a organização de um evento corporativo. Sabendo explorar adequadamente essa estratégia, você poderá contar com um time que “veste a camisa” da empresa e que tem muito orgulho de fazer parte dela.

O oferecimento de viagens de incentivo

As viagens de incentivo também surgem como uma estratégia incrível de motivação. Apesar de ser bastante comum em empresas estrangeiras, somente nos últimos anos é que o costume de oferecer viagens de lazer aos colaboradores que se destacam ganhou força no Brasil.

Geralmente atreladas ao atingimento de uma ou mais metas específicas, as viagens de incentivo, assim como os eventos, devem ser cuidadosamente planejadas para que os resultados desejados sejam alcançados. Aqui, o conhecimento profundo do perfil dos contemplados se faz ainda mais importante.

Afinal, mandar um grupo de pessoas mais velhas e em busca de paz e sossego para um destino onde os pontos altos são as baladas e a vida noturna não vai aumentar a motivação de ninguém, certo?

Da mesma maneira, é necessário certificar-se de que tudo referente à viagem esteja bem organizado e pronto para funcionar adequadamente: passagens aéreas, hospedagem, transfers, deslocamento pelo local, refeições e passeios. Ter esses itens bem estruturados diminui bastante os riscos de algo sair do planejado e poupa muitas dores de cabeça.

Justamente por envolver diversos detalhes que devem ser cuidados com zelo e atenção, muitas companhias têm contado com o auxílio de empresas especializadas para estruturar programas que envolvam eventos e viagens de incentivo.

Especialmente as de pequeno e médio porte, que não costumam contar com um setor ou departamento responsável somente pela criação e implantação desse tipo de iniciativa.

Empresas especializadas nesse ramo contam com profissionais qualificados e experientes, que sabem planejar programas de incentivo que sejam, ao mesmo tempo, alinhados aos valores da organização e ao perfil dos colaboradores.

Além disso, possuem maior poder de negociação com fornecedores, redes de hotéis e companhias aéreas, o que significa diminuição de custos para a organização contratante. E o melhor: ao contratar uma equipe para fazer essa tarefa, você ficará despreocupado e poderá dedicar-se a outras atividades igualmente importante para o crescimento da empresa!

Avaliar a motivação dos funcionários de maneira efetiva e, a partir das respostas e dados coletados, criar e repensar estratégias e programas que tenham o objetivo de fazer os colaboradores satisfeitos, produtivos e felizes em suas funções deveria ser uma das prioridades de qualquer empresa.

Somente assim se pode ter a certeza de que os profissionais estão dando o melhor de si, colocando seus talentos e habilidades em prol da companhia e contribuindo de maneira positiva para os resultados empresariais.

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Sobre o autor

Formado em Administração de empresas e MBA em marketing, possui 15 anos de experiencia no mercado de viagens e ampla vivencia internacional.

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