Inteligência e realidade virtual em viagens corporativas: ameaça ou melhoria?

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É inegável que novas tecnologias tem impactado cada vez mais o mercado. Óculos e plataformas de realidade virtual (VR), por exemplo, já tem os dois pés fincados no mundo do Turismo de lazer, principalmente, com os mais diversos segmentos da indústria investindo na inovação. Companhias de cruzeiro, como a Costa; parques de diversões da Disney e da Sea World; companhias aéreas, como a Air France; e até sistemas de reservas, como a Amadeus, são alguns exemplos. Já a inteligência artificial (AI) tem sido abordada por especialistas como o próximo passo do mercado corporativo.

Os viajantes de negócios, porém, ainda não chegaram a uma unanimidade sobre os impactos das novas tecnologias no universo corporativo. Uma pesquisa da Egencia, braço da Expedia voltada exatamente para viagens empresariais, observou diferenças nas percepções e níveis de confiança dos viajantes de negócios sobre o impacto desses avanços, principalmente ao comparar viajantes dos EUA com países do Exterior.

A 4ª edição do estudo Egencia Business Travel and Technology Survey mostrou que, no caso dos viajantes de negócios estadunidenses, foi observado um otimismo cauteloso em relação a influência de inovações tecnológicas, com 55% dos entrevistados confiando que os avanços em AI podem melhorar suas experiências de viagens, e 62% descartando a hipótese de que AI e VR podem acabar com a humanidade como a conhecemos hoje.

“A adoção de novas tecnologias está acontecendo cada vez mais do lado do consumidor, à frente do mundo corporativo. A AI e a VR não são uma exceção, e já estão muito presentes na infância”, explica o CPO da Egencia, Michael Gulmann. “No entanto, assim como criações disruptoras tem entrado em outras indústrias ligadas a tecnologia, investimentos em inovações que criam simplicidade e as melhorias na experiência acabarão por conquistar os viajantes de negócios e gerar mudanças significativas na indústria em geral. Há uma mudança fundamental já acontecendo na mentalidade do viajante, de que as empresas precisam antecipar as necessidades deles e simplificar todos os aspectos das viagens de negócios”, continua o executivo.

Em comparação com os EUA, os viajantes de negócios das demais regiões pesquisadas, que envolvem países da Europa, Ásia e Oceania, têm níveis de confiança mais baixos em como os avanços de AI podem melhorar suas experiências de viagens de negócios, e acreditam menos ainda que essas novas tecnologias devem mudar a humanidade. Na Suécia e Noruega, por exemplo, apenas 37% acreditam que avanços em inteligência artificial melhorarão suas experiências de viagens, seguido de 41% no Reino Unido e na Alemanha, 42% na Austrália, 44% no Canadá e na França, e 47% em Cingapura. Quando perguntado se eles acreditam que a AI e a VR podem acabar com a humanidade, 72% dos viajantes de negócios na Noruega dizem que não, em comparação com 70% na Suécia, 67% no Reino Unido, 64% no Canadá e Alemanha, 61% na França e 60% na Austrália e em Cingapura.

O quesito de maior concordância na pesquisa foi a necessidade de se poder manejar e gerir suas viagens de negócios pelos próprios dispositivos móveis. Lideram, novamente, os viajantes estadunidenses, com 76% desejando maior integração pelos smartphones para tratar das viagens, seguidos de Cingapura e Suécia, com 68%; Canadá e Noruega, com 65%; França e Reino Unido, com 64%; e Alemanha, com 62%.

Fonte: Panrotas

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