Turismo de experiência na prática: por que as marcas estão trocando roteiro por vivência

Sumário

Viajar, hoje, é cada vez menos sobre “ir para um lugar” e cada vez mais sobre sentir alguma coisa naquele lugar. 

Essa virada é bem descrita no relatório Experiential Travel Trends 2026, que defende que o futuro do turismo será guiado por emoções, não apenas por destinos, e que as experiências ganham intensidade na memória com o tempo.  

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O mesmo estudo aponta que 97% dos viajantes concordam que viajar ajuda a “recarregar emocionalmente”, o que ajuda a explicar por que experiências memoráveis deixaram de ser “extra” e viraram parte do valor principal da viagem.  

Para as empresas, esse movimento também mudou o jogo: experiências passaram a ser ferramenta de cultura, conexão, reputação e engajamento, especialmente quando aplicadas em viagens de incentivo e em uma experiência corporativa bem desenhada.  
É aqui que a Copastur e a Aquarela (agência de brand experience da Biosfera Copastur) entram como especialistas em transformar deslocamentos em vivências com propósito, estratégia e impacto.  

O que é o turismo de experiência e por que ele se tornou estratégico para as empresas? 

Turismo de experiência é um modelo que coloca a vivência no centro: em vez de “comprar um pacote”, a pessoa (ou o time) busca mergulhar na cultura, na natureza, nas pessoas e nos significados do território.  

Na prática, isso costuma envolver imersão, encontros, rituais, gastronomia local, aprendizado, comunidade e narrativas que conectam quem viaja ao destino — e ao próprio grupo que viaja junto.  

Esse conceito ganhou força porque o viajante contemporâneo passou a valorizar momentos únicos, autênticos e transformadores, mais do que atrações tradicionais “de checklist”.  

O relatório Experiential Travel Trends 2026 reforça esse ponto ao afirmar que, em um mundo marcado por incertezas e “policrises” econômicas, sociais e ambientais, as pessoas buscam experiências como forma de autorregulação emocional e como contrapeso ao estresse.  

Ele também destaca a ideia de que “experiências não perdem valor com o tempo”; ao contrário, tendem a ganhar intensidade na memória e viram pontos de conexão emocional compartilhados.

Por que isso virou estratégia no ambiente corporativo? 

No mundo corporativo, turismo de experiência deixou de ser sinônimo de “mimo” e passou a ser investimento em comportamento, cultura e performance — principalmente em viagens de incentivo.  

Isso acontece porque experiências bem desenhadas geram engajamento emocional, sentimento de pertencimento e memória coletiva, três elementos que são difíceis de criar apenas com recompensas transacionais.  

O próprio relatório da Accor/Globetrender mostra que 50% das pessoas entrevistadas (pesquisa Dynata 2025 com 4.300 viajantes) apontaram “vivenciar um momento único na vida” como o aspecto mais significativo de participar de um evento durante uma viagem.  

Quando a empresa transforma uma viagem em vivência com narrativa, ela consegue alinhar propósito, reconhecimento e conexão com a marca de um jeito que fica “no corpo” — e não apenas em uma apresentação de PowerPoint.  
E, quando essa experiência é construída com responsabilidade socioambiental e impacto local, ela soma valor reputacional e consistência com agendas de ESG que, na prática, precisam aparecer nas decisões e não só no discurso.  

Quais são os melhores destinos de turismo de experiência para vivências autênticas e imersivas no Brasil? 

O Brasil é naturalmente forte em turismo de experiência porque combina diversidade cultural, biomas únicos, saberes tradicionais e gastronomias regionais muito marcadas. 

Na curadoria de experiências autênticas, alguns destinos se destacam por oferecerem contato com natureza, comunidades, cultura viva e aprendizado prático — especialmente quando o roteiro vai além do “ponto turístico”.  

Abaixo, uma seleção de destinos e tipos de vivência (com inspiração em exemplos de experiências autênticas e de conexão com cultura/natureza citadas em guias e curadorias de turismo responsável):  

  • Amazônia (região Norte): vivências de floresta, rios, comunidades ribeirinhas, culinária e saberes locais, com potencial de roteiros que valorizam conservação e aprendizado.  
  • Chapada Diamantina (BA): trilhas e natureza com forte potencial de narrativas de território, cultura e história, indo além do “ecoturismo de foto” para experiências de contexto e pertencimento.  
  • Vale do Jequitinhonha (MG): experiências ligadas a cultura e artesanato (como cerâmica de barro), com foco em saber tradicional e geração de renda local.  
  • Serra Catarinense (SC): turismo rural e experiências ligadas ao modo de vida local, com potencial de imersão em rotinas, gastronomia e cultura regional.  
  • Bonito (MS): referência nacional em natureza e ecoturismo, com estrutura consolidada para atividades em rios e cachoeiras, atraindo viajantes que buscam contato intenso com ambientes naturais.  

Dica prática (para empresas): em turismo de experiência, o “melhor destino” costuma ser o que melhor encaixa no objetivo do programa — cultura e pertencimento, transformação pessoal, colaboração do time, reconhecimento, ou conexão com sustentabilidade e impacto local.   

Case de turismo de experiência em viagens de incentivo 

Um jeito direto de entender o valor desse modelo é olhar para cases em que a experiência foi desenhada para refletir o que a marca quer dizer e para provocar o que a equipe precisa viver.  

Case BMW: sofisticação, alinhamento com marca e personalização 

A Aquarela — agência de brand experience da Biosfera Copastur — foi responsável por criar uma experiência de incentivo para a equipe da BMW na Amazônia, conectando propósito, cultura e sustentabilidade. A jornada teve duração de 5 dias e incluiu atividades de integração com comunidades locais, aprendizado sobre preservação ambiental e vivências ligadas à força da floresta e à ancestralidade. 

A experiência reforçou valores como colaboração, responsabilidade e consciência socioambiental, evidenciando como uma viagem pode gerar transformação individual e coletiva.  

Por que esse case é um bom exemplo de turismo de experiência aplicado a incentivo? 

Porque ele combina “alto nível” (sofisticação e curadoria) com coerência narrativa (marca, valores e intenção) e com um território que, por si, convida à imersão e ao respeito — o que amplia a chance de a experiência virar memória e história contada. 

O que empresas podem aprender com cases assim 

Quando uma viagem de incentivo é desenhada como vivência, vale observar três camadas: 

1) Emoção (o que as pessoas devem sentir), 2) Significado (o que a experiência comunica sobre a marca) e 3) Comportamento (o que muda no time depois). 

O relatório da Accor/Globetrender ajuda a sustentar essa lógica ao mostrar que as pessoas estão “coletando momentos” e que a emoção virou parte central do valor percebido no turismo.  

Qual o papel da Biosfera Copastur na criação de experiências corporativas 

A Biosfera Copastur funciona como uma rede integrada de marcas, pessoas e ações, conectando serviços e experiências que geram resultados para empresas e para quem participa das jornadas. 

A sustentabilidade entra como prática de gestão e de operação, com uma agenda ESG incorporada à cultura e às decisões do negócio, apoiada por compromissos e certificações como ISO 14001 e participação no Pacto Global da ONU.  

Na criação de experiências corporativas, isso se traduz em escolhas de fornecedores, desenho de roteiro, operação e legado no território, indo além do discurso e aproximando o evento/viagem de metas reais de impacto. 

  
Para aprofundar esse assunto no contexto corporativo, vale também explorar conteúdos sobre indicadores de sustentabilidade e como a mensuração entra na estratégia de experiência.  

E, para conectar o tema à agenda de empresa, estes conteúdos complementam bem: sustentabilidade corporativa e sustentabilidade nas empresas. 

Como a BioConexão promove viagens sustentáveis no turismo de experiência? 

As expedições BioConexão integram a Biosfera Copastur com viagens sustentáveis e experiências imersivas para empresas que desejam avançar com impacto, com roteiros 100% personalizados e viagens tratadas como instrumento de regeneração, troca cultural e fortalecimento de economias locais. 

As jornadas são operadas com fornecedores certificados no Sistema B, elevando o critério de responsabilidade socioambiental para o nível do modelo de negócio e da melhoria contínua. 

Cada viajante da BioConexão também ativa uma ação concreta: duas mudas de árvores nativas são plantadas por pessoa. 

Os pilares do projeto incluem fortalecimento de comunidades locais (geração de renda e apoio a projetos), valorização da cultura (aprendizado e respeito a saberes e ancestralidade) e conexão responsável com a natureza, minimizando impactos ambientais. 

Turismo de experiência é a evolução natural do turismo tradicional: sai o foco exclusivo em logística e entra o foco em vivências autênticas, com emoção, contexto e memória. 

Quando aplicado ao universo corporativo, ele deixa de ser “viagem” e vira estratégia, especialmente em viagens de incentivo e experiências de marca. 

E, quando a criação dessas jornadas passa pela Biosfera Copastur e pela Aquarela Agência, a experiência tende a ganhar coerência entre propósito, execução e impacto socioambiental.  

Baixe a apresentação completa da BioConexão agora mesmo!

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