Já ouviu falar de certificação de qualidade ISO 9001? Você provavelmente sabe que se trata de algo positivo, mesmo que não tenha certeza sobre os motivos para isso. A sigla faz parte da International Organization for Standardization (ISO), mais especificamente da grande família de normas que tratam de qualidade.

Mas afinal, qual é a sua importância para as organizações e por que muitos clientes fazem questão de contratar uma empresa certificada? Vamos responder a essa pergunta no artigo de hoje. Acompanhe e fique informado sobre o assunto!

O que é certificação de qualidade ISO 9001?

Trata-se de uma norma mundial de Sistema de Gestão de Qualidade (SGQ) que, no Brasil, se baseia nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ela pode ser implementada em conjunto com outras normas e por empresas de qualquer porte, independentemente da área de atividade.

No início a ISO 9001 tinha como foco a padronização de processos e produtos. Após passar por algumas atualizações, sua versão atual também visa auxiliar na qualidade da entrega de produtos e serviços, bem como no processo de planejamento estratégico das empresas — para isso, envolve diretamente todos os escalões das organizações certificadas.

O Sistema de Gestão de Qualidade atua de modo a contribuir com a gestão. Assim, permite encontrar e corrigir processos ineficientes que ocorrem dentro de uma empresa. A implementação da ISO 9001 também é uma maneira de documentar a cultura da organização, de modo a garantir que o negócio cresça e mantenha a qualidade tanto de seus bens quanto dos serviços prestados.

Como funciona essa certificação? Ela precisa ser renovada?

O período da certificação é conhecido como ciclo. Na versão atual, cada ciclo tem duração de três anos. Durante esse período a organização certificada passa por processos de auditorias externas que têm como objetivo verificar se os requisitos da norma estão sendo atendidos.

As auditorias são realizadas por empresas especializadas. Conhecidas com Certificadoras, elas têm acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).

Após o fim de cada ciclo é feita uma nova auditoria de renovação para que a empresa demonstre as aplicações e evolução da norma em seus processos. O objetivo é identificar se há melhoria contínua do Sistema de Gestão de Qualidade.

Como essa certificação garante as melhores práticas ambientais?

Na qualidade ISO 9001 existe a categoria de legislação aplicável. No entanto, a norma que trata da parte ambiental é a 14001/2015 — ela aborda os requisitos legais e a legislação vigente, com foco nos aspectos e impactos ambientais da empresa.

Na ISO 14001 há diversos requisitos da ISO 9001. Por isso, é comum a afirmação de que a ISO 9001 é a espinha dorsal de outras normas. É importante destacar que a ISO 14001 demostra toda a preocupação da empresa com relação ao meio ambiente em que se insere.

Esse cuidado é o que deve mover organizações com a finalidade de minimizar os impactos causados na natureza. Para isso, podem ser adotadas ações estratégicas como a diminuição do uso de papel, redução do consumo de energia, reciclagem do lixo e correta destinação de resíduos.

Quais são as obrigações de uma empresa para manter essa certificação?

Todos os requisitos da qualidade ISO 9001 são importantes. Logo, não há uma hierarquia a ser seguida, visto que os itens da norma estão alinhados — o não cumprimento de um requisito tende a impactar os demais, por exemplo.

Ainda assim, existem aspectos de maior peso para algumas organizações. No caso de negócios com foco na prestação de serviços, como uma empresa especializada em gestão de viagens corporativas, é esperado que o item “satisfação do cliente” seja mais sensível nas auditorias.

Como a Copastur trabalha para atender essas obrigações?

O Sistema de Gestão da Qualidade Copastur é certificado na norma desde 2007. A empresa de serviços conta com a participação de todo o nível de gestão para cumprir diferentes requisitos.

A Copastur valoriza o aprimoramento dos colaboradores e o aperfeiçoamento de suas atividades. Também promove melhorias no ambiente de trabalho e na satisfação do clima organizacional. Dessa forma, consegue oferecer serviços de qualidade para atender às exigências e expectativas dos clientes, que ficam mais satisfeitos.

Há uma preocupação dos gestores em trabalhar e alinhar os processos com o ISO 9001, sempre buscando a excelência em cada atividade. Pode-se dizer, portanto, que a certificação está no DNA da Copastur.

Por que é importante contratar uma empresa com certificação ISO 9001?

Para começar, saiba que as certificações da ISO são voluntárias. Isso já demonstra que uma empresa que se dispõe a trabalhar os requisitos da norma realmente se preocupa com a qualidade dos serviços prestados.

A certificação ISO 9001 traz inúmeros benefícios para as organizações. Ela garante o cumprimento de padrões exigidos em todo o mundo, contribuindo para a melhora das relações de trabalho e estimulando o desenvolvimento dos colaboradores.

O resultado de seguir regras rígidas de qualidade aparece na forma de organização, aumento da produtividade e maior credibilidade — aspectos facilmente identificados (e muito valorizados) pelos clientes.

Esse conjunto de pontos favoráveis aumenta a competitividade da empresa nos mercados nacional e internacional. Em outras palavras, o público passa a ver a marca como um nome de confiança e que tem compromisso com seus clientes, parceiros e fornecedores.

Quem contrata uma empresa certificada garante processos mais efetivos e passa a ter certeza de que colherá bons resultados. Isso porque o controle estabelecido pela norma ISO 9001 tem a finalidade de manter e aumentar a qualidade.

Você deve buscar esse diferencial em organizações distintas, independentemente da atividade que exercem. O cuidado é necessário principalmente no momento de contratar serviços que impactam diretamente no resultado do seu negócio, a exemplo da gestão de viagens corporativas.

Nesses casos, a Copastur pode ajudar e cuidar de cada etapa dos deslocamentos. A certificação conquistada há mais de uma década prova que a empresa se preocupa com todos os detalhes necessários para uma boa experiência.

E então, conseguimos sanar suas principais dúvidas em relação à qualidade ISO 9001? Agora você tem mais um aspecto a considerar no momento de buscar um nome de confiança para garantir o padrão de qualidade em diferentes serviços prestados.

Tem interesse em conhecer melhor os nossos serviços e diferenciais? Então, entre em contato agora mesmo e fale com a nossa equipe!

A qualidade de vida no trabalho é apontada como o conjunto de medidas adotadas pela empresa para introduzir melhorias no desenvolvimento dos colaboradores no ambiente de trabalho. Essas ações buscam proporcionar formas de desempenhar as atividades de maneira mais prazerosa, diminuindo a insatisfação dos trabalhadores com o universo corporativo e aprimorando resultados.

Garantir rentabilidade e qualidade de vida é um dos maiores desafios para alcançar o sucesso no mercado de trabalho, tanto para os colaboradores quanto para os gestores de recursos humanos, que precisam instigar as equipes com políticas de benefícios e promover um ambiente sadio. No mercado offshore, há uma série de desafios e benefícios que instigam, cada vez mais, o desenvolvimento do setor.

Quer entender os benefícios de trabalhar embarcado e o que tem motivado o crescimento deste mercado? Acompanhe o que preparamos a seguir!

Como funciona a carga horária no mercado offshore?

Quem atua no segmento offshore submete-se às regras da Consolidação das Leis da Trabalho (CLT), assim como todos os funcionários registrados.

Nas plataformas, eles se submetem a 12h de trabalho por 14 dias consecutivos. Em seguida, desembarcam no 15º dia e têm 20 dias de folga. Dessa forma, a escala de trabalho é de 12 dias em atividade e 21 dias de folga. Em algumas companhias, o contrato estabelece 14 dias de trabalho e 14 dias de folga, cabendo ao candidato aceitar essas condições ou não.

Funcionários que cumprem uma jornada de 12 horas podem fazer um intervalo de 15 a 20 minutos para as refeições principais e ganham, ainda, um adicional de repouso alimentação.

Graças à flexibilização dos direitos trabalhistas, empresas também passaram a adotar o banco de horas. Ele é considerado quando o funcionário trabalha por horas a mais, indo além de seu turno. Essa é, contudo, uma realidade rara no segmento offshore, pois nele as companhias estabelecem um regime de sobreaviso, no qual o funcionário fica à disposição da empresa 24 horas por dias.

Algumas empresas optam por adotar o regime de horas extras e outras encontram mais vantagens no banco de horas. Vale ficar atento ao contrato para garantir que a empresa está cumprindo o prometido!

Como funcionam as folgas no mercado offshore?

Como explicamos anteriormente, os colaboradores das plataformas têm direito a 12 horas de folga. Graças aos esforços das empresas pela boa convivência, o clima entre os trabalhadores nesses ambientes é favorável para o surgimento de amizades e, apesar do regime de sobreaviso, as empresas se comprometem em garantir boas condições de segurança para reduzir o estresse de suas equipes e garantir a tranquilidade de todos.

5 motivos para trabalhar embarcado

Mesmo diante dos desafios de trabalhar em alto-mar, com equipamentos de alto risco e longe de familiares e amigos, os colaboradores que atuam no mercado offshore usufruem de alguns benefícios. Confira!

1. Espaços destinados ao lazer

Quem atua em plataformas têm direito a 12 horas de descanso. Nas horas livres, os colaboradores que trabalham embarcados podem usufruir de salas de jogos com televisão, fumódromos, academias, cafés, pequenas salas de cinema e computadores. Nesses espaços, não é necessário usar equipamentos de proteção individual (EPIs). Quem já atua no setor afirma que o clima fica bastante caseiro, pois os trabalhadores passam boa parte de suas vidas lá e cuidam de manter o ambiente mais tranquilo.

Algumas equipes também se revezam na organização de churrascos e outras confraternizações semelhantes. Em geral, a cerveja consumida nesses eventos não têm álcool, por questão de segurança. Além disso, as equipes também se organizam para receber missas e cultos periodicamente, bem como para fazer festas de aniversário. Esses espaços e ocasiões proporcionam alívio da tensão e estresse e propiciam o surgimento de amizades.

2. Alimentação saudável

Exatamente por causa do confinamento, as empresas se preocupam em oferecer alimentação de boa qualidade para os colaboradores, complementando a disponibilidade de academias e outros ambientes propícios para a prática de atividades físicas. Ou seja, enquanto você trabalha embarcado, sua dieta balanceada estará em dia! Até mesmo porque, diante da concentração e da energia requeridas pelas atividades em alto-mar, é essencial cuidar da saúde.

3. Bons salários

Estima-se que o colaborador que escolhe trabalhar embarcado ganhe até 3 vezes mais do que um funcionário onshore. As remunerações melhoram de acordo com os cargos, especialmente para aqueles em que há pouca mão de obra especializada. Destaque para os diretores de projetos de engenharia submarina, geólogos sênior e gerentes de operações em plataformas.

4. Bônus

Quando comparadas às empresas tradicionais, as companhias do mercado offshore oferecem benefícios bastante atraentes, como assistência odontológica e médica, extensíveis aos dependentes, seguro de vida, cartão-alimentação, participação nos lucros, bônus por segurança, desempenho, entre outros. Esses incentivos iniciam-se logo no primeiro dia de trabalho e fazem grande diferença na rentabilidade do salário.

5. Oportunidades para inovar e aprender

O mercado offshore está em franco crescimento e recebe avanços tecnológicos com grande velocidade. Assim, especialmente para quem cuida de tarefas de gerenciamento, há muitas chances de receber projetos inovadores, tanto em termos de equipamentos quanto na disposição dos times.

Nas plataformas, você tem a oportunidade de estar com profissionais muito qualificados, o que promove maiores trocas de experiências. Em alguns departamentos, há também mais interações com colaboradores que falam outros idiomas — estrangeiros representam 15% dos trabalhadores em plataformas. Com isso, suas chances de crescer profissionalmente aumentam!

Trabalhar em regime de confinamento pode gerar tensões nos profissionais por causa do estilo de vida bimodal que inclui grandes períodos de afastamento. Longe dos centros urbanos, dos amigos e da família, os trabalhadores do mercado offshore precisam desenvolver amizades nas plataformas e formas de “driblar” a saudade. Ainda assim, o segmento oferece vantagens para quem escolhe trabalhar embarcado, como salários atraentes, benefícios, alimentação saudável e espaços de lazer.

Se antes os trabalhadores se divertiam com sinuca, carteado e pesca, hoje, quem escolhe trabalhar embarcado aproveita espaços com televisão, internet, academias e restaurantes de ponta. Além disso, o pôr do sol em alto-mar e as noites silenciosas valem a experiência.

Se você se interessa pelo mercado offshore e quer colher ainda mais frutos para seus investimentos, está no lugar certo! Entre em contato com a Copastur e entenda como nossos serviços podem melhorar a sua relação com colaboradores, fornecedores e stakeholders, bem como a rentabilidade de seu empreendimento!

Assim como outros setores da economia, a indústria offshore também conta com certificações que trazem credibilidade e competitividade às empresas do setor. Certificar-se é uma forma de demonstrar que uma empresa tem comprometimento e atende às normas internacionais de sua área.

Existem diferentes certificações e registros, de órgãos públicos e entidades privadas que permitem trabalhar em plataformas offshore. Neste post, apresentamos as principais e explicamos do que cada uma se trata. Acompanhe!

Por que as certificações existem?

As certificações servem como comprovação de que as empresas certificadas seguem altos padrões de gestão em seu setor. Isso implica dizer que elas são sustentáveis e eficientes em suas rotinas e processos de administração de pessoas, gestão, produção e preservação ambiental.

Algumas certificações são instrumentos de garantia de atendimento a normas internacionais que protegem as empresas e setores contra concorrência desleal com outras que não suficientemente qualificadas. Assim, os clientes e consumidores se baseiam em parâmetros seguros para escolher seus fornecedores.

Quais as principais certificações para a indústria offshore?

Na indústria offshore, também existem certificações diversas. Algumas garantem o registro das empresas em órgãos do setor e outras atestam a existência de altos padrões de qualidade. Conheça as principais delas!

Certificação RINA Brasil

A RINA é uma empresa global de certificações voltada para os setores:
  • naval;
  • energético;
  • transporte;
  • infraestrutura;
  • indústria.

Ela tanto certifica quanto faz auditorias e verificações de conformidade, inspeção e testes, além da classificação de navios junto a organizações públicas e privadas internacionais. Os serviços de transporte e instalações offshore de grandes estruturas — como plataformas fixas, gasodutos, oleodutos e cabos elétricos submarinos — também estão incluídos em sua área de atuação.

Ou seja, a certificação é realizada por meio de auditorias técnicas, documentais e operacionais em diferentes tipos de operações marítimas, inclusive as instalações e elevações offshore feitas por navios equipados com gruas, a cravação de estacas, além do uso e instalação de dutos submarinos e os trabalhos acessórios relacionados, como tie-in e mattressing.

Assim, antes do início das operações há a aprovação formal da operação, certificando que ela foi planejada e que seus equipamentos concebidos em conformidade com padrões internacionais. Depois de concluídos os trabalhos, é emitido um certificado de conformidade sobre navios, materiais e equipamentos utilizados.

As fases do processo de certificação são:

  • verificação;
  • inspeção;
  • controles periódicos para atestar conformidade contínua.
ISO 9001

As normas ISO são reconhecidas internacionalmente como garantia de qualidade em processos, sustentabilidade e preservação ambiental. A ISO 9001 faz parte do conjunto ISO 9000 e foca na gestão empresarial, podendo ser aplicada em conjunto com outras normas.

Ela atesta qualidade na prestação do serviço que é core business da empresa, e avalia quesitos como mecanismos de entrega, satisfação dos clientes etc. Assim, ter certificado ISO 9001 é um ponto muito forte a favor da empresa e expressa um sério indício de confiança como base de qualificação para o registro CRCC, do qual falaremos a seguir.

CRCC Petrobras

O Certificado de Registro e Classificação Cadastral é o passo inicial para uma empresa se candidatar como fornecedora para a Petrobrás. Por meio desse sistema, todas as unidades compartilham informações atualizadas as empresas aptas para contratação de fornecimento de produtos e serviços (fabricantes de equipamentos e insumos, distribuidores, revendedores etc.).

O cadastro pode ser solicitado por qualquer empresa nacional ou estrangeira que trabalhe com materiais e serviços que podem ser adquiridos pela Petrobrás. Depois de avaliada e aprovada, ela fica apta ao fornecimento direto e pode ser chamada a participar de licitações por meio da Petronect.

Os tipos de fornecimento disponíveis para cadastro são:

  • fornecimento de bens — comercialização de equipamentos, materiais ou insumos de interesse. Podem ser classificados em:
    • fabricantes comerciantes, que produzem equipamentos, materiais ou produtos e comercializam diretamente para a Petrobrás;
    • fabricantes não comerciantes, que produzem equipamentos, materiais ou produtos, mas comercializam de forma indireta, pelo intermédio de distribuidores ou revendedores;
    • revendedores, que comercializam produtos de terceiros, com o devido credenciamento;
    • distribuidores, que fornecem materiais de fabricantes não comerciantes.
  • prestação de serviços — execução de obras em geral, com foco em um ou mais serviços de interesse da Petrobrás.

O registro CRCC confere visibilidade à empresa fornecedora, pois a mantém na lista nacional da Petrobrás. Além disso, facilita a participação em processos licitatórios e cotações locais, pois serve como qualificação prévia do fornecedor.

Depois da aprovação no cadastro, a empresa é considerada certificada pelo CRCC e precisará fazer nova atualização de forma anual e precisa atender aos critérios atualizados.

Cadastro ONIP

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) é uma entidade de âmbito nacional que atua como articuladora entre as empresas que exploram, produzem, refinam, processam, transportam e distribuem petróleo e seus derivados. Isso inclui:

  • fornecedores de bens ou serviços do setor petrolífero;
  • organismos governamentais;
  • agências de fomento etc.

A intermediação da ONIP garante mais competitividade global ao setor, dando igualdade de oportunidades para fornecedores nacionais e ampliando a geração de emprego e renda no país.

Como parte de sua atividade, a organização mantém um cadastro de fornecedores para uso exclusivo pelas empresas do setor petrolífero. Podem ser cadastradas empresas que forneçam produtos e serviços estratégicos ou de apoio para a área de petróleo e gás.

Registro DUNS

O registro conhecido como Número DUNS (ou DUNS Number, que é a sigla para Data Universal Numbering System) é uma sequência de nove dígitos que funciona como Sistema Universal de Numeração de Dados e identifica empresas em todo o mundo.

Esse sistema é reconhecido mundialmente e foi desenvolvido em 1963 pela Dun & Bradstreet (D&B), companhia de análise de dados comerciais. Ele serve para identificar empresas, mercados e entidades de regulamentação, vinculando informações comerciais de milhões de companhias.

O Número DUNS é exigido por diferentes governos no mundo e por associações comerciais e indústrias. Embora não seja uma exigência para as indústrias offshore, serve como demonstração de profissionalismo, comprometimento e demonstra interesse em crescimento contínuo, sendo usado como critério de risco e oportunidade nas relações comerciais.

Buscar parceiros qualificados é uma estratégia inteligente para qualquer empresa, e a indústria offshore valoriza muito a qualidade de seus fornecedores.

A Copastur também procura oferecer o melhor para as empresas do setor. Que tal nos conhecer? Entre em contato e veja o que temos a oferecer para ajudar sua companhia a otimizar seus processos logísticos em viagens e melhorar ainda mais seus índices de qualidade!

Os eventos são uma ferramenta essencial para as estratégias de marketing e para o fortalecimento das relações entre as empresas e a comunidade, o que inclui não só o público-alvo como também os stakeholders e fornecedores.

Organizar e gerir eventos corporativos, contudo, envolve inúmeros aspectos, como a segurança, a comodidade, o nível de entretenimento, a repercussão midiática, o impacto ambiental, entre outros. Daí a importância ganha da gestão de riscos nessas ocasiões.

Pronto para se tornar um expert no tema e ver toda sua organização valendo a pena? Então, confira agora mesmo 9 passos fundamentais para garantir uma gestão de riscos eficiente!

Qual é a importância de contar com a gestão de riscos em eventos?

O risco envolve 3 componentes principais: probabilidade, impacto e evento. A probabilidade é a chance de que o risco realmente aconteça. O impacto refere-se à extensão da consequência, ou seja, a importância dele para a empresa. Já o evento é o que gera o risco.

A gestão de riscos tem como objetivo planejar e aplicar todos os recursos disponíveis para reduzir os impactos negativos dos riscos para a empresa ou instituição. Mesmo que sigamos o planejamento à risca, sabemos que fatores externos, sobre os quais não temos controle, podem exercer consequências sobre nossas atividades.

Para isso, o gestor precisa se encarregar de:

  • tornar o processo de tomada de decisões mais eficiente;
  • considerar incertezas;
  • ter um panorama completo do fluxo de processos da organização;
  • fazer com que as atividades se alinhem em benefício mútuo;
  • analisar eventos de maneira sistêmica;
  • basear-se na transparência e na ética;
  • melhorar continuamente os processos e projetos da empresa;
  • cuidar do corpo de colaboradores.

Quando conhecemos os desafios que iremos enfrentar e aplicamos as melhores estratégias para lidar com eles, você fortalece a liderança, melhora a capacidade de planejamento e colhe melhores resultados para a empresa.

As áreas mais passíveis de risco em um evento são:

  • venda de bilhetes — é preciso contar com sistemas e equipes capacitadas para lidar com valores, devoluções e gerenciamento de ingressos, que pode incluir fraudes;
  • marketing e relações públicas — o participante deve imergir em uma experiência alinhada com os valores e o propósito da marca no evento;
  • recursos humanos — é preciso minimizar qualquer possibilidade de risco aos colaboradores;
  • saúde e segurança — é necessário estabelecer planos de prevenção de danos humanos e materiais e garantir o cumprimento da legislação em relação à higiene e à responsabilidade social corporativa;
  • gestão de multidões — a segurança e a logística devem ser geridas para que o público transite com conforto;
  • transportes — além da chegada e entrega dos participantes, é preciso verificar ainda o acesso ao evento e como ele interfere no trânsito local;
  • catering — diz respeito ao risco em refeições.
  • recursos como energia elétrica, internet – fatores que exigem um plano B em caso de falhas.

O Plano de Gerenciamento de Riscos, conforme explicaremos a seguir, ajuda a organizar estas categorias de riscos. Acompanhe.

Como fazer gestão de riscos em eventos?

1. Faça um Plano de Gestão de Riscos (PGR)

O Plano de Gestão de Riscos guia todas as ações para gestão de riscos. Basicamente, ele deve conter orientações para as seguintes questões:

  • Qual é o melhor procedimento ou metodologia para identificar os riscos?
  • Como funcionam os processos e a periodicidade do sistema gerencial de riscos?
  • Quem será o responsável pela gestão de riscos na organização do evento?
  • Como funcionará a coleta de dados e como eles serão analisados?

2. Analise os riscos levantados

Aqui, você determinará a probabilidade de ocorrência e impacto de cada risco. Com base no nível de periculosidade, você irá hierarquizá-los para organizar os procedimentos necessários.

Para essa análise, você pode usar 3 métodos:

  • qualitativo — faça uma escala (risco baixo, médio ou alto) que ajude a formar uma visão comparativa;
  • quantitativo — mensura o impacto do risco em termos financeiros, sendo um dos métodos mais difíceis porém mais apreciados pelas empresas;
  • descritivo — não mensura a relevância do risco para a empresa pois trata-se de uma análise subjetiva.

3. Identifique os potenciais riscos

Esse passo é importante porque determina toda a base da sua estratégia para minimizar quaisquer que sejam os riscos envolvidos. Aqui vale fazermos uma ressalva: por mais que riscos sejam comuns a qualquer evento, eventos especiais (aqueles raros, pouco frequentes ou de porte grandioso) demandam mais atenção.

E outra informação que você precisa ter em mente é o que define um risco. Os riscos são danos, ameaças ou imprevistos que mudam o curso das ações ou causam consequências significativas, capazes de afetar o evento negativamente ou comprometer seu sucesso.

Para conseguir identificar todos os possíveis incidentes que podem afetar o evento, é preciso rever detalhadamente a estrutura, verificando quais ameaças estão presentes em cada etapa — desde a divulgação e comunicação do evento até processos de logística ou transporte dos convidados, por exemplo. Vale lembrar que alguns cuidados já são comuns para a prevenção de riscos, como a contratação de pessoal qualificado e de confiança, por exemplo.

Uma conversa com profissionais experientes poderá conduzir sessões de brainstorming acertadas, que ajudem no levantamento de hipóteses. Análises de processo, de mercado (matriz SWOT) e entrevistas (Delphi) também são úteis.

Além dos riscos internos, lembre-se de considerar também os externos. Ao listá-los, detalhe ao máximo as variáveis envolvidas por meio de um Diagrama de Causa e Efeito.

4. Diferencie riscos internos de externos

Riscos internos são aqueles imprevistos que podem vir a acontecer em consequência de falhas no planejamento e na organização do evento. Se, por exemplo, o objetivo da produção não foi suficientemente exposto ou não ficou claro, pode-se atrair o público errado. Aliás, até a definição de público mais ou menos adequado deve ser precisa, tendo sido definida com antecipação.

É preciso garantir que a comunicação e a divulgação exponham ao máximo o objetivo do evento, usando todos os recursos de mídia e tecnologia disponíveis para isso. Quando o objetivo é claro, amplamente divulgado e tem boa visibilidade, as chances de atrair o público certo são maiores. E isso depende de uma comunicação assertiva e eficiente, bem como da criatividade dos divulgadores.

Já os riscos externos são aqueles que decorrem de fatores de fora do espaço de organização do evento, como variações inesperadas das condições de trânsito nas proximidades, mudanças de caráter meteorológico, entre outras possibilidades com potencial para afetar o andamento da iniciativa.

5. Investigue causas e avalie impactos

Na prática, os riscos não envolvem apenas questões financeiras ou comprometem só a segurança do evento. Existem ameaças que são capazes de gerar consequências severas. É o caso das fraudes, por exemplo. O único caminho para uma gestão de risco eficaz é considerar todas as ameaças existentes. Afinal, só sabendo com o que está lidando é que você consegue minimizar a ocorrência da ameaça.

No caso das fraudes, as mais comuns são caracterizadas por tentativas de burlar sistemas informatizados. Para lidar com isso, é essencial avaliar se o sistema adotado pela gestão do evento garante a segurança dos dados e dos processos. Também é importante contar com tecnologias atualizadas, que apresentam um maior potencial para a prevenção de fraudes.

Vale lembrar que a variedade de riscos em eventos é bastante ampla, podendo envolver a segurança do público convidado e dos profissionais envolvidos, afetar etapas de venda de ingressos ou entrega de convites e até comprometer a qualidade da alimentação disponibilizada no evento, o que leva a riscos relacionados à segurança alimentar.

6. Busque e teste soluções

Depois de identificar os potenciais problemas relacionados à realização de eventos (tanto os mais comuns quanto os mais inusitados), é preciso procurar soluções que permitam impedir os incidentes ou, ao menos, contornar os imprevistos. O resultado deve poder ser revertido a favor do sucesso do evento.

Tendo conhecimento sobre as possíveis soluções, é fundamental que as alternativas sejam testadas. Para saber se uma medida pode realmente ser considerada como resolução para um problema, é preciso que sua eficácia seja devidamente comprovada. Lembre-se: o risco só está realmente afastado se a medida tem eficácia garantida.

7. Registre os resultados dos testes

Gerir riscos significa tomar as providências necessárias para evitar ou lidar melhor com imprevistos que comprometam de alguma forma a fluidez do evento. Para isso, devem ser tomadas ações envolvendo planejamento, organização e acompanhamento.

Acompanhar implica verificar frequentemente as soluções. Daí a importância de se ter um registro do que foi testado. Ao rever os registros de incidentes e do que funcionou com eficácia (ou não) em outras ocasiões e nos testes, é possível delinear um esboço de situações de riscos. Isso prepara melhor a gestão do evento para lidar com determinadas situações assim que apareçam.

8. Conte com planos de emergência

A gestão de riscos tem o propósito específico de evitar incidentes e preparar os responsáveis para lidar com situações inusitadas, sejam elas quais forem. Nesse sentido, poder contar com um plano B faz toda a diferença. Planos de cunho emergencial trazem mais segurança e inibem a imprudência de escolhas equivocadas. É possível ter um protocolo para ações emergenciais quando a eficácia das soluções já foi testada e a gestão do evento sabe com o que está lidando.

9. Defina estratégias de monitoramento

Agora que você tem o trabalho de planejamento pronto, é hora de definir estratégias de monitoramento para os riscos identificados e que não puderam ser solucionados antes. Lembre-se de atualizar estes dados no seu Plano de Gestão de Riscos.

O monitoramento permite que os riscos sejam identificados em tempo hábil para que medidas corretivas e paliativas possam ser tomadas.

Quais são os maiores erros cometidos na gestão de riscos?

Aprender com a experiência de outras empresas é o primeiro passo para que você tenha mais sucesso em sua estratégia. Confira a seguir o que não fazer em seu evento corporativo.

1. Ignorar limites

É comum que empresas tentem suavizar excessivamente os riscos ou percam muito tempo se preocupando com eles e negligenciando outros aspectos da gestão de eventos.

É preciso ter em mente que os riscos são incertezas que podem impactar na reputação e nas atividades da empresa. Não dá para fugir deles na discussão de pautas. Contudo, tratar situações inusitadas ou com baixíssima probabilidade de acontecerem como foco principal não é inteligente.

Quando os custos e o esforço excedem os benefícios, é preciso repensar certas escolhas para seu evento. É melhor manter uma estrutura mais simples e efetiva do que fazer um verdadeiro espetáculo pirotécnico que ameace a reputação de sua empresa. Diante disso, dê prioridade para o que é realmente relevante. Fique atento aos eventos extremos, mas cuide de gerenciar aquilo que pode ser controlado. A cautela e a ousadia podem andar juntas.

2. Não se ater à comunicação

A comunicação entre as equipes é essencial para qualquer atividade na empresa, e para um evento corporativo, não seria diferente. Além de facilitar o ato de delegar tarefas, é preciso que as equipes tenham um fluxo de processo funcional, capaz de ampará-las em situações de emergência.

A negociação e a escuta devem ser uma prioridade na organização de eventos. É comum que os gestores falhem nessas tarefas pelo fato de não escutarem trabalhadores experientes que têm contato direto com as situações. Portanto, eles têm grande ciência sobre os riscos envolvidos ali.

Dê abertura para que os colaboradores relatem as suas experiências e pense em práticas mais colaborativas e integradas para o seu planejamento. Assim, todo mundo sai ganhando!

3. Subestimar o planejamento

O planejamento da gestão é a etapa-chave para o gerenciamento de riscos. Ela envolve todos os atributos importantes para que sua estratégia dê certo: a identificação de riscos, o estabelecimento de respostas a eles e o monitoramento. Ele também contém a definição de competências, de modo que as equipes saibam a quem se reportar caso algo aconteça.

O planejamento evita improvisos mal sucedidos e alterações excessivas no roteiro, responsáveis por problemas de prazos, mudanças no orçamento e queda de qualidade. É bem verdade que, durante a organização de um evento, as mudanças são necessárias, mas eles devem ser cuidadosamente controladas para não impactar negativamente sobre as demais etapas.

Para não fracassar no alcance dos objetivos do evento, não ter seu evento influenciado negativamente por fatores fora de controle ou não ter que lidar com a insatisfação do público por não ter proporcionado uma boa experiência, o caminho é apostar na gestão de riscos.

Ao se preparar um evento, a intenção é que tudo saia conforme o planejado e que o desfecho seja um sucesso, certo? Porém, assim como em outros segmentos de mercado, existem riscos que escapam de nossa esfera de controle.

É fundamental, portanto, ter um posicionamento maduro e lidar adequadamente com eles. A gestão de riscos em eventos busca maneiras eficientes para evitar ou contornar transtornos. Para isso, é necessário ter experiência sobre o meio e considerar detalhes que envolvem até mesmo as condições do local e do seu entorno.

Achou importante conhecer todos esses passos? Já conhecia a gestão de riscos em eventos e tem experiência com o tema? Deixe um comentário e participe da conversa!

A pista do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está fechada para pousos e decolagens na manhã desta quinta-feira (20). De acordo com a concessionária BH Airport, a pista foi fechada à 1h43, quando uma aeronave da Latam, que faria o voo LA8084 (São Paulo/Guarulhos-Londres) com 339 passageiros, teve que realizar um pouso de emergência no aeroporto. Até as 9h40, 117 voos haviam sido afetados.

 

Confira abaixo a Nota Oficial da Azul Linhas Aéreas:

“Devido a interdição da pista do aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, informamos que todos os clientes com voos de/para este aeroporto na data de hoje , 20 de Dezembro de 2018, deverão ter seus voos alterados sem custos.

As alterações deverão ser feitas através de nosso call center, 4003-2199.

Consulte nosso site (www.voeazul.com.br) para atualizações e informações ao longo do dia.”

FONTE: Azul Linhas Aéreas

A pista do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está fechada para pousos e decolagens na manhã desta quinta-feira (20). De acordo com a concessionária BH Airport, a pista foi fechada à 1h43, quando uma aeronave da Latam, que faria o voo LA8084 (São Paulo/Guarulhos-Londres) com 339 passageiros, teve que realizar um pouso de emergência no aeroporto. Até as 9h40, 117 voos haviam sido afetados.

 

Confira abaixo a Nota Oficial da Latam Airlines:

“Informamos que os voos da companhia de/para Confins, programados para essa quinta-feira (20), foram cancelados. Nesse momento, recomendamos que os passageiros não se dirijam ao aeroporto.

Àqueles que tiverem seus voos impactados podem alterar seus voos ou solicitar reembolso do bilhete sem a cobrança de taxa de remarcação e das diferenças tarifárias da passagem para nova data, sem multas, de acordo com a disponibilidade. Outra opção é que os passageiros entrem em contato com o seu canal de atendimento LATAM antes de se dirigirem ao aeroporto de Confins.

A LATAM reafirma o seu compromisso em manter os mais altos padrões de segurança e lamenta os inconvenientes que esta situação possa ter causado aos clientes.”

FONTE: Latam Airlines

A Gol disponibilizará 186 voos extras durante a alta temporada de verão da Argentina entre os meses de dezembro e fevereiro. A companhia terá novas rotas e horários saindo dos aeroportos de Buenos Aires, Córdoba, Rosário e Mendoza, facilitando o deslocamento dos passageiros para um dos 67 destinos operados pela companhia: 53 nacionais e 14 internacionais.

A companhia incluiu voos extras em 10 rotas, sendo sete delas criadas exclusivamente para facilitar o deslocamento dos clientes. Na alta temporada a Gol terá operações diretas ligando Buenos Aires a Porto Seguro; Rosário a Florianópolis e Fortaleza; Córdoba a Florianópolis, Salvador e Fortaleza; e Mendoza ao Rio de Janeiro. A companhia também iniciará neste mesmo período as novas operações internacionais regulares e diretas entre Rosário e Salvador e Brasília e Buenos Aires.

“Nesta alta temporada reforçamos nossas operações para atender os destinos mais procurados pelos nossos Clientes; seja os que estão se programando para suas viagens de férias ou para os que desejam aproveitar as festas do final de ano em outras localidades. Teremos quatro aeroportos argentinos recebendo novas rotas e mais opções de voos diretos da Gol, facilitando e ampliando as escolha,” Rafael Araujo, diretor de Planejamento de Malha da Gol.

FONTE: Mercado & Eventos

A Latam iniciou quarta-feira (12) operações para Tel Aviv, em Israel, comemorando a marca de 90% de ocupação em seu voo inaugural. Para os próximos voos, a empresa já registra uma média de 85%. Mas não é só a taxa de ocupação do mercado brasileiro que motiva a aposta da empresa no novo destino. O número de passageiros oriundos de outros países da América do Sul também está no planejamento para tornar o voo rentável. A conta ainda inclui aspectos como tarifa média, transporte de carga e eficiência do moderno 787 Dreamliner.

“Vamos operar uma aeronave eficiente e que faz com que economicamente seja mais fácil da conta fechar. Temos também o fato de ter uma força na América inteira, então trazemos passageiros de outros países e isso facilita que tenhamos uma aeronave cheia e rentável. Somos uma empresa muito eficiente na venda de cargas. Isso ajuda muito. A gente acredita que a soma destes fatores vai fazer uma diferença na hora de fomentar a operação do destino”, afirmou Andre Sena, head de Vendas, e-commerce e Figital da Latam, durante o lançamento oficial do voo na noite desta terça-feira (11), no Clube Hebraica, em São Paulo.

O novo voo contará com três frequências semanais, na ponte Santiago (Chile) – São Paulo – Tel Aviv. As saídas da capital paulista acontecerão as segundas, quartas e sábados, às 23h, com 13h40 de voo. Ao todo serão 76 mil assentos por ano. Com isso, o Ministério de Turismo de Israel espera ultrapassar a marca de 60 mil visitantes brasileiros no destino.

“Estamos celebrando muito este primeiro voo direto entre São Paulo e Tel Aviv. Esta proposta une a América Latina e Israel. Foi um trabalho muito bem construído e pensado por muita gente. Aqui está a oportunidade de desenvolver um negócio robusto em Israel, pois brasileiros são muito bem vindos. É uma noite muito feliz”, ressaltou Renata Cohen, diretora geral do Ministério de Turismo de Israel no Brasil.

O gerente de Negócios Aéreos do GRU Airport, João Pita, destacou o desafio de estabelecer uma rota deste porte. “Essa rota sempre foi um sonho, pois ela não é uma rota óbvia, mas é uma rota necessária. Parabéns a Latam pela coragem de dar uma passo e seguir em frente”, salientou.

FONTE: Mercado & Eventos

A SKY começou a voar, nesta segunda-feira (17), de Santiago do Chile para São Paulo, o terceiro destino no Brasil, depois de Florianópolis e Rio de Janeiro. Serão cinco frequências semanais, de domingo a quinta. A operação torna o Brasil um dos países chaves para a expansão internacional da SKY, ao lado do Peru e da Argentina. A nova rota será operada com a frota recém adquirida de aeronaves Airbus A320neo para 170 passageiros.

Atualmente, a companhia oferece seis voos semanais para o Rio de Janeiro (todos os dias menos às terças-feiras), a partir de Santiago. Para Florianópolis, são quatro voos semanais (às terças, quintas, sábados e domingos), saindo de Santiago. E para São Paulo, mais cinco, totalizando 15 voos semanais, conectando o Brasil ao Chile.

FONTE: Mercado & Eventos

A Infraero está com seus aeroportos preparados para a movimentação da alta temporada de verão. Isto é o que afirma a empresa pública federal, que estima receber cinco milhões de passageiros nos 45 terminais em que opera com voos comerciais regulares, entre os dias 17 de dezembro de 2018 e 6 de janeiro de 2019. Este número é próximo ao movimento realizado no mesmo período de 2017, quando a movimentação chegou a 5,06 milhões.

A estimativa da Infraero considerou a oferta de assentos das companhias aéreas para a alta temporada 2018/2019 e orientou um plano de ação que dará fluidez, conforto e segurança a quem vai viajar de avião. Já o movimento de aeronaves deve ser de aproximadamente 42 mil pousos e decolagens no período. Na temporada passada, foram 42,7 mil chegadas e partidas.

As operações nos aeroportos de Congonhas, Santos Dumont, Curitiba, Recife e Manaus serão coordenadas pelos Centros de Gerenciamento Aeroportuário (CGA) localizados nestes terminais. O objetivo é acompanhar, em tempo real, o funcionamento das instalações e conceber e implantar medidas para melhorar o funcionamento destes terminais para passageiros e aeronaves nas 24 horas do dia.

Ainda de acordo com a Infraero, os trabalhos foram iniciados em novembro, quando manutenções preventivas priorizaram esteiras de despacho e restituição de bagagens, sinalização de pista, pontes de embarque, escadas rolantes, raios-x e detectores de metal, entre outros. “Esse cuidado prévio vai garantir que passageiros, aéreas e demais clientes dos nossos aeroportos tenham uma passagem tranquila pelos terminais”, afirma o diretor de Operações Serviços Técnicos da Infraero, João Márcio Jordão.

O monitoramento dos aeroportos também será reforçado com supervisores em todas as etapas de embarque e desembarque. Eles terão capacidade para atuar na correção de qualquer situação que possa prejudicar as operações. Junto com eles, equipes de limpeza e manutenção vão intensificar suas atividades, com atenção especial para os horários de maior movimento, garantindo que a demanda seja bem atendida.

FONTE: Mercado & Eventos