Europa adia início da cobrança de taxas de turistas para 2024

A Europa voltou a adiar o início da cobrança de taxas de turistas que chegam às 26 nações pertecentes à UE e ao espaço Schengen. Divulgado em maio do ano passado, com a expectativa de começar no segundo semestre deste ano, o tão esperado programa European Travel Information and Authorization System (Etias) já tinha sido adiado maio de 2023, depois para novembro de 2023 e agora o planejamento da União Europeia é iniciar a cobrança somente em 2024.

O tão esperado esquema de isenção de visto Etias, que exigirá que todos os portadores de passaporte não pertencente à UE obtenham permissão antes da viagem para entrar no bloco, nada mais será do que uma autorização online rápida.

O programa registrará, pré-selecionará e monitorará visitantes estrangeiros, cobrando uma taxa de cerca de € 7 (R$ 38). O processo será feito totalmente online e não vai exigir informações biométricas, e as aprovações serão recebidas em minutos, de acordo as autoridades. Os turistas terão que preencher um formulário on-line com informações sobre saúde, educação e condenações criminais. A licença será válida para um número ilimitado de entradas ao longo de três anos.

O programa registrará, pré-selecionará e monitorará visitantes estrangeiros, cobrando uma taxa de cerca de € 7 (R$ 38)

A taxa se aplicará apenas a viajantes provenientes entre 18 e 70 anos provenientes de 62 países estrangeiros que atualmente desfrutam de acesso sem visto à União Europeia, como é o caso do Brasil, e países membros de Schengen, pondo a fim a gratuidade do turista brasileiro de visitar a Europa. Atualmente, brasileiros e tantos outros viajantes podem viajar para a UE sem visto e sem qualquer cobrança, pois seus países têm um acordo de isenção.

Além disso, o Etias usará a tecnologia para registrar, pré-selecionar e monitorar os visitantes estrangeiros, com um software cruzando seus perfis com listas de vigilância e bancos de dados do governo antes de emitir autorizações de entrada. Isso visa adicionar outra camada de proteção contra ameaças como crime, terrorismo e “migração irregular”. As informações dos visitantes coletadas no processo também serão direcionadas ao rastreamento de dados para fins de negócios e turismo.

Fonte: Mercado&Eventos

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