Low costs respondem por 36% dos assentos aéreos globais; Brasil lidera América do Sul

Sumário

low costs respondem por 36%

Exatas 698 companhias aéreas tiveram suas programações de voos analisadas pela Mabrian Techologies, empresa de Inteligência Turísticas, para que fossem classificadas em duas categorias: voos regulares e voos de baixo custo (low cost). A pesquisa revelou que 36% dos assentos programados em todo o mundo são de baixo custo, com Estados Unidos, Índia, Espanha, China e Itália como os países com mais abertura de assentos low cost previstos para 2023.

Entende-se na pesquisa como de baixo custo aquelas empresas que oferecem preços reduzidos com base na não inclusão de determinados serviços na tarifa que as companhias aéreas regulares incluem (bagagem, alimentação, etc.). A Mabrian analizou mais de 2 milhões de assentos de baixo custo em todo o mundo, distribuídos por 173 companhias aéreas, que mostrou que 36% de todos os assentos programados a nível mundial eram low cost.

A pesquisa concluiu que os países com maior presença de companhias aéreas de baixo custo são os Estados Unidos com mais de 395 milhões de assentos, a Índia, com 147 milhões, Espanha, com 108 milhões, China, com 98 milhões, e Itália com 85 milhões de assentos de baixo custo. Das maiores companhias aéreas low-cost, destacam-se Southwest, Ryanair, Indigo, Easyjet e Spirit no ranking pelo volume de assentos.

Empresas Low Cost

Na América do Sul, o Brasil é o país com maior predominância de conectividade de baixo custo, com 60% de participação. O Chile, segundo colocado no ranking, tem cota abaixo de 40%. “Os países com maior população (além da China), Índia, México e Brasil, todos têm penetração low-cost com mais de 60% de participação. O fenômeno permite que as transportadoras competissem com redes de ônibus e trem”, disse Carlos Cendra, diretor de Marketing e Comunicação da Mabrian.

Fonte: Mercado & Eventos

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