GBTA Convention 2026: 7 insights da Copastur sobre o futuro das viagens corporativas

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O mercado global de viagens corporativas está em constante transformação, com o Brasil e a América Latina ganhando cada vez mais protagonismo. Na GBTA Convention 2026, dados e discussões sobre o futuro do setor ganharam destaque – e a Copastur esteve lá para acompanhar de perto a conversa sobre essas transformações.

Muito além de reunir profissionais, empresas fornecedoras e especialistas de todo o mundo, a GBTA Convention 2026 trouxe dados e discussões que ajudam a entender os movimentos que estão transformando a gestão de viagens corporativas e que devem impactar diretamente as decisões das empresas nos próximos anos. Realizada em agosto, em Chicago (EUA), a edição de 2026 foi a maior da história do evento, com mais de 5.500 profissionais de 47 países, incluindo cerca de 1.200 travel buyers de 681 empresas.

A partir dessa experiência, a Copastur reuniu os principais dados, tendências e discussões observados no evento em uma análise sobre os impactos dessas mudanças para empresas que atuam no Brasil e na América Latina. Neste conteúdo, você confere insights da GBTA Convention 2026 que ajudam a entender para onde caminha o mercado de viagens corporativas, desde o avanço dos custos até a inteligência artificial (IA), passando por governança, experiência da pessoa viajante e o novo papel dos dados. Confira!

Biosfera Copastur: ecossistemas de marcas especializadas que transformam a gestão de viagens em uma experiência mais integrada, eficiente e estratégica

O mercado de viagens corporativas nunca gastou tanto

De acordo com o GBTA Business Travel Index 2026, produzido em parceria com a Rockport Analytics, o mercado global de viagens corporativas deve movimentar US$ 1,71 trilhão em 2026, alta de 7,2% em relação a 2025. Ao mesmo tempo, o número de viagens de negócios deve chegar a 1,84 bilhão, crescimento de apenas 1,3%. O gasto médio por viagem é estimado em US$ 875, considerando também deslocamentos de um dia.   

A diferença entre essas duas taxas é um dos principais sinais do cenário atual: o gasto cresce muito mais rápido do que o número de viagens. O aumento vem principalmente de preço, não de volume. E isso muda a forma de negociar e controlar o orçamento em 2026.

Por que viajar ficou mais caro em 2026?

Na análise dos preços de viagens, três fatores ajudam a explicar a pressão sobre os custos em 2026: 

Energia e geopolítica 

A instabilidade no Oriente Médio e as disrupções no mercado de energia pressionaram o petróleo e o combustível de aviação, elevando os custos de transporte. 

Oferta aérea restrita 

A indústria opera com carteira de pedidos recorde e entregas atrasadas, enquanto a capacidade disponível não acompanha a retomada da demanda corporativa.   

Câmbio e serviços resistentes 

Diferentemente de outros setores, os serviços de viagem resistem à desaceleração global e mantêm o custo acima do crescimento da economia.   

 O cenário muda conforme a categoria 

As projeções de preços para 2026 e 2027 mostram que a pressão não será distribuída igualmente entre as categorias. O aéreo, por exemplo, partindo de um bilhete médio global de US$ 722, tem alta projetada de 4,7% em 2026, com desaceleração para 1,5% em 2027. No segmento premium (tarifa média de US$ 4.099), a alta chega a 9,5%. 

Na hotelaria, a diária média global de US$ 162 sobe 3,7% em 2026. Já a locação de veículos (diária média de US$ 44,90) tem alta de 3,6% em 2026, e eventos registram custo médio de US$ 255 por participante. 

Parte da pressão deve aliviar ao longo de 2027, mas nem todos os custos recuam no mesmo ritmo. Na energia, o pico do Brent em US$ 138 e o recuo apenas parcial do combustível mantêm pressão sobre os custos. Na mão de obra, acordos plurianuais e a dificuldade de contratação em determinadas funções continuam pressionando as despesas. Além disso, a adoção de combustível sustentável de aviação (SAF), impulsionada por metas e regulamentações, contribui para manter os custos estruturais em um patamar mais alto, mesmo quando os preços de energia recuam.

Para as pessoas gestoras de viagens, o cenário reforça a importância de acompanhar não apenas o volume de deslocamentos, mas também onde o custo está concentrado, quais fatores estão pressionando cada categoria e como as estratégias de negociação e controle precisam evoluir. 

O Brasil se destaca entre os grandes mercados globais 

Entre os 15 maiores mercados de viagens corporativas do mundo, o Brasil ocupa a 10ª posição, com gasto projetado de US$ 35,8 bilhões em 2026. Juntos, esses 15 mercados concentram 84% de todo o gasto global com viagens corporativas, o que ajuda a dimensionar a relevância econômica desse grupo. O dado que mais chama a atenção, porém, está no ritmo de crescimento brasileiro: 13,8%, o maior entre os 15 maiores mercados analisados pela GBTA.

Esse resultado coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global, mas exige uma leitura cuidadosa. A própria GBTA faz três ressalvas: o Brasil não é o mercado que mais cresce no mundo (entre os 72 países analisados no estudo, Senegal, Marrocos e Nigéria apresentam taxas de crescimento superiores), entretanto, é o que apresenta a maior taxa de expansão entre os 15 maiores mercados globais.

Esse ritmo não significa necessariamente que o mercado brasileiro tenha entrado em um novo patamar permanente de crescimento, já que a projeção de crescimento entre 2026 e 2030 é de 3,8% ao ano, uma das mais baixas da lista; e o índice inclui gastos que ainda não passam por nenhuma gestão formal, o que significa que o mercado organizado representa apenas uma parte do potencial total. 

Para Felipe Mesquita, gerente de Expansão da Copastur e Board Advisor GBTA LATAM, esse cenário reforça tanto uma oportunidade quanto uma responsabilidade para o mercado brasileiro: “O que mais chama a atenção quando olhamos para os dados apresentados na GBTA Convention 2026 é que o Brasil não está apenas acompanhando o crescimento do mercado global de viagens corporativas; ele está crescendo em um ritmo acima do observado entre os grandes mercados. Para nós, isso reforça uma oportunidade enorme, mas também uma responsabilidade: transformar esse crescimento em programas de viagens ainda mais estratégicos, com governança, dados e tecnologia capazes de apoiar as decisões dos negócios”.

Na América Latina, segundo Felipe, o desafio é ainda mais complexo. “Precisamos combinar uma visão regional com as particularidades de cada mercado. Escala é importante, mas escala sem conhecimento local não gera, necessariamente, eficiência. E é justamente nessa direção que estamos trabalhando na Copastur: antecipando as transformações do mercado e construindo hoje as soluções que clientes precisarão amanhã”, explica. 

Isso também se reflete na operação regional da Biosfera Copastur: a Copastur LATAM, que atua em mais de 20 países da América Latina e do Caribe. A proposta combina governança regional e execução local, com processos consistentes, tecnologia, inteligência de dados e atendimento próximo às particularidades de cada mercado.

Na América Latina, o risco está ainda mais concentrado no aéreo 

Com um gasto total projetado de US$ 62 bilhões em 2026, a América Latina apresenta uma dinâmica própria de mercado. A composição desse orçamento ajuda a explicar por que a gestão da categoria aérea ganha tanto peso na região. 

Globalmente, o aéreo representa 32% dos gastos com viagens corporativas, seguido por hospedagem, com 21%; alimentação, com 17%; e terrestre, com 14%. Em valores absolutos, isso representa US$ 506 bilhões em aéreo, US$ 329 bilhões em hospedagem, US$ 270 bilhões em alimentação e US$ 224 bilhões em transporte terrestre. Na América Latina, porém, o aéreo responde por 37% do custo total da viagem, acima da média mundial de 32%, enquanto a hospedagem representa uma parcela menor de gastos na região. A região concentra uma parcela maior do orçamento justamente na categoria mais volátil.   

As projeções reforçam essa exposição, mas mostram que a pressão sobre os custos varia entre as categorias. Na América Latina, o aéreo tem aumento projetado de 3,0% em 2026 e 2,4% em 2027. Na hotelaria, a diária média na América Latina, de US$ 105, apresenta uma pressão significativamente maior, com alta projetada de 9,5% em 2026 e mais 5,2% em 2027. 

Para o Brasil, o contraste é ainda mais relevante. O aéreo nacional aparece como uma das categorias mais estáveis do estudo, com alta projetada de 3,0% em 2026. Já a diária de hotel registra 9,5% de alta em 2026, a maior entre os mercados analisados, com mais 5,2% projetados para 2027.   

O risco, portanto, muda de categoria. Para as pessoas gestoras de viagens, isso significa que acompanhar apenas o custo total da viagem não é suficiente. É preciso entender quais componentes estão pressionando o orçamento em cada mercado e como essa exposição muda ao longo do tempo

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A inteligência artificial começa a tomar decisões

A conversa sobre inteligência artificial também mudou de natureza. Em 2025, ainda era predominantemente conceitual. Em 2026, passou a envolver questões mais práticas, como quais decisões a IA pode tomar, quem responde por elas e como garantir segurança e controle nesse processo.

Nas discussões da GBTA Convention 2026, essa evolução foi apresentada em quatro etapas:

  • 2024 – Assistir: IA atua como copiloto e dá sugestões, enquanto as pessoas executam cada passo;
  • 2025 – Transição: primeiros agentes especializados(as) de IA entram em produção;
  • 2026 – Agir: agentes passam a comprar, retarifar e auditar, seguindo regras definidas;
  • 2027 – Responder: decisões automatizadas passam a exigir rastreabilidade, responsabilização e segurança.

Essa mudança também já aparece no comportamento de viajantes. Segundo uma pesquisa apresentada na GBTA Convention 2026, 62% de pessoas viajantes corporativas nos Estados Unidos já utilizaram uma ferramenta própria de IA para planejar ou reservar uma viagem, fora das ferramentas aprovadas pela empresa. Quando parte da jornada começa por um canal não integrado ao programa corporativo, a política, tarifa negociada e duty of care podem chegar atrasados.

Para Felipe Mesquita, a transformação de perspectiva é justamente essa: “A grande mudança que percebi na GBTA Convention 2026 é que a discussão sobre inteligência artificial deixou de ser sobre o que a tecnologia pode fazer e passou a ser sobre o que ela deve fazer. Estamos entrando em uma nova etapa, na qual agentes de IA já começam a tomar decisões, comprar, retarifar e auditar dentro de regras previamente estabelecidas”.

Segundo o executivo, isso altera profundamente o papel das empresas de viagens e das pessoas gestoras de viagens. Não basta implementar uma tecnologia. É necessário garantir dados confiáveis, decisões rastreáveis, regras claras e governança.

#PraCegoVer: Foto da GBTA Convention 2026, em um grande pavilhão de eventos. Em primeiro plano, há um palanque azul-escuro com o logotipo laranja da GBTA e os letreiros “GBTA” e “Convention 2026”. À esquerda, Lylian Poloni, uma mulher de pele clara, com cabelos curtos, cacheados e loiros, usa uma camisa polo escura, crachá preso a um cordão branco e brincos. Ela está apoiada no palanque e olha em direção à câmera. À direita, Felipe Mesquita, um homem de pele clara, com cabelos curtos e escuros, usa óculos de grau, camisa polo preta, crachá em um cordão branco e relógio. Ele também está encostado no palanque e olha para a câmera. Ao fundo, o pavilhão está movimentado, com diversas pessoas e estandes de empresas, parcialmente desfocados para manter o foco nas duas pessoas e no palanque.
Felipe Mesquita, gerente de expansão da Copastur, e Lylian Poloni, gerente comercial da Copastur LATAM. (#PraCegoVer: esta imagem possui texto alternativo para acessibilidade)

A pergunta mais importante sobre IA é “posso confiar nela?” 

A evolução de agentes de IA torna uma questão ainda mais importante: como avaliar uma solução antes de colocá-la para tomar decisões dentro de um programa de viagens? A partir das discussões da GBTA Convention 2026, a Copastur recomenda cinco perguntas essenciais antes de contratar qualquer solução de inteligência artificial:   

  • Resolve um problema real? Qual decisão a tecnologia apoia? Já existe uma solução mais simples para essa necessidade? 
  • Usa dados confiáveis? De onde vêm os dados utilizados? São da empresa ou de um modelo genérico? 
  • Entrega inteligência de fato? É preditiva, generativa ou baseada em agentes? A empresa fornecedora consegue explicar como funciona? 
  • A resposta é auditável? É possível entender o raciocínio utilizado e identificar as fontes que sustentaram determinada decisão? 
  • Pode ser implantada com segurança? Estão definidas permissões, responsabilidades e supervisão humana? 

Se uma empresa fornecedora não consegue responder essas cinco perguntas em profundidade, a organização ainda não sabe o suficiente para decidir a compra. Uma tecnologia não se torna estratégica apenas porque usa IA. Para gerar valor real, ela precisa estar conectada a um problema de negócio, utilizar dados confiáveis e operar dentro de uma estrutura clara de governança. 

Dados confiáveis estão se tornando mais importantes do que a própria tecnologia 

A evolução da inteligência artificial aumenta a importância de uma questão anterior à própria tecnologia: a confiança no dado. De acordo com números apresentados na GBTA Convention 2026, 75% dos programas de viagens confiam na infraestrutura de tecnologia que contrataram, mas apenas 42% acreditam de fato no dado que essa tecnologia gera

A diferença mostra que contratar tecnologia não significa, por si só, ter uma base confiável para tomar decisões. No duty of care em viagens corporativas tempo real, essa confiança precisa se traduzir em capacidade de ação, com três elementos:

  • Visibilidade contínua: informações de localização e status da viagem atualizados;
  • Alerta antecipado: monitoramento de riscos geopolíticos, climáticos e sanitários por destino;
  • Gatilho e resposta: um protocolo claro sobre quem decide escalar uma situação, com qual informação e em quanto tempo.  

No fim, a questão vai além da infraestrutura. Dados conectados não são apenas uma entrega de TI (tecnologia da informação), são o que permite transformar a gestão de viagens em informação para a tomada de decisão do negócio. É essa conexão entre dados, operação, resultados e cuidado com pessoas que permite levar a gestão de viagens para uma posição cada vez mais estratégica dentro das empresas. 

Controle e experiência da pessoa viajante não são opostos

Por muito tempo, políticas de viagens e experiência da pessoa viajante foram tratadas como forças em lados diferentes. As discussões da GBTA Convention 2026 apontam para uma lógica diferente: controle e experiência podem (e devem) trabalhar em conjunto.  Essa integração acontece ao longo de uma jornada com três momentos:

  • Antes da viagem: políticas claras, processos simples e uma experiência que permita à pessoa viajante seguir as regras sem transformar cada decisão em uma barreira;
  • Durante a viagem: suporte imediato, pagamento centralizado e visibilidade para duty of care, para que a empresa consiga agir quando necessário sem comprometer a experiência da pessoa viajante;
  • Depois da viagem: reembolso ágil, prestação de contas simplificada e dados assertivos que alimentam o próximo ciclo de decisão. 

O resultado é uma jornada em que eficiência, segurança e experiência se complementam. E isso se torna ainda mais importante à medida que o comportamento da pessoa viajante muda. Quando parte da jornada já começa fora dos canais corporativos oficiais, a resposta não é simplesmente tentar impedir esse comportamento… É criar uma política capaz de reconhecer a realidade das pessoas viajantes e orientar decisões melhores. 

Na prática, essa combinação entre tecnologia, controle e experiência da pessoa viajante já aparece em soluções da Biosfera Copastur. O SuperApp C+ centraliza reservas, despesas, mobilidade e outras etapas da jornada corporativa em uma só plataforma, com integração ao CopasturCard para pagamentos e acompanhamento dos gastos.

Dentro do SuperApp C+, a Zuri, agente de IA da Biosfera Copastur, apoia a pessoa viajante ao longo da jornada, com respostas personalizadas, alertas, recomendações e orientações alinhadas à política de viagens. Já o C+ TripCare apoia a gestão de riscos com informações em tempo real sobre eventos que podem afetar as viagens, facilitando a identificação de situações de atenção e a atuação da equipe responsável.

O que esses insights significam para pessoas gestoras de viagens?

Os dados e discussões da GBTA Convention 2026 apontam para uma transformação importante: a gestão de viagens corporativas está indo além de uma função predominantemente operacional e assumindo um papel cada vez mais estratégico. Para os comitês de viagens, essa transformação se traduz em cinco prioridades. Confira!

  • Checar a exposição da política a câmbio e tarifas aéreas;
  • Formalizar as regras para o uso de IA antes de escalar agentes;
  • Medir a confiança nos dados, e não apenas na tecnologia;
  • Revisar o duty of care e a capacidade de resposta;
  • Incorporar o comportamento real da pessoa viajante à política.

O futuro das viagens corporativas será definido pela qualidade das decisões 

A principal leitura da Copastur a partir da GBTA Convention 2026 é que o futuro das viagens corporativas não será definido simplesmente por um aumento no número de deslocamentos ou pela adoção de novas ferramentas. Mais do que simplesmente viajar mais, as empresas precisam transformar cada deslocamento em uma oportunidade de gerar eficiência e valor para a empresa. Isso significa combinar tecnologia, inteligência artificial, atendimento especializado e análise de dados para reduzir custos, proteger as pessoas viajantes e apoiar o crescimento do negócio.

Na visão de Felipe Mesquita, essa transformação exige justamente a combinação entre tecnologia e inteligência humana: “No futuro, acredito que a vantagem competitiva não estará simplesmente em ter mais tecnologia, mas em saber combinar essa tecnologia à inteligência humana e dados confiáveis para tomar decisões melhores”.

Como mostrou a GBTA Convention 2026, as mudanças no setor já estão acontecendo. O desafio, agora, é entender esse novo cenário e tomar decisões mais preparadas para os próximos passos.

Como a Copastur transforma esses insights em estratégia? 

Para a Copastur, acompanhar as mudanças do mercado significa transformar tecnologia, dados e experiência em decisões mais eficientes. Por isso, somos uma biosfera de marcas e agência 360° que conecta tecnologia e atendimento humanizado para reduzir custos, proteger pessoas e otimizar a gestão.

Essa atuação também se estende à América Latina, por meio da Copastur LATAM, que amplia essa estratégia para diferentes mercados da região, considerando as particularidades de cada país.

A Copastur também avança em um modelo AI-first, com a inteligência artificial cada vez mais integrada à operação. Essa combinação entre tecnologia, inteligência humana e conhecimento do negócio orienta a nossa atuação diante das mudanças do setor.

“Nesse movimento, a Copastur já está construindo uma operação AI-first, em que a inteligência artificial não é apenas uma ferramenta complementar, mas parte central da forma como pensamos, desenvolvemos e entregamos viagens corporativas. Queremos estar cada vez mais entre as empresas que estão definindo o futuro do setor, e não apenas acompanhando o que o mercado já fez”, conclui Mesquita.

Quer aprofundar os insights da GBTA Convention 2026? 

A associação disponibiliza às pessoas associadas o conteúdo completo da Convenção 2026, incluindo o Business Travel Index (BTI) e mais de 85 sessões educativas, com acesso previsto a partir de novembro. O GBTA também oferece condições preferenciais para a inscrição na GBTA Convention 2027, em San Diego, para profissionais da América Latina. 

Entre os benefícios da associação estão networking global, acesso a pesquisas e ferramentas de benchmarking, mais de 2.000 conteúdos sob demanda no Community+ e descontos em cursos, eventos e na certificação GTP. 

Para a categoria Direto, destinada a pessoas gestoras e clientes, o investimento indicado é de US$ 50 anuais. Para a categoria Aliado, voltada a empresas fornecedoras, pessoas consultorass e associações, o valor é de US$ 165 anuais. 

Fontes: GBTA Business Travel Index 2026, GBTA Convention 2026 e análise da Copastur 

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