Duty of Care nas viagens corporativas deixou de ser apenas uma recomendação de boas práticas para se tornar parte das estratégias de gestão de riscos e proteção dos colaboradores. Em um cenário marcado por eventos climáticos extremos, interrupções operacionais, instabilidades geopolíticas e mudanças constantes nos destinos de negócios, garantir a segurança dos viajantes passou a ser uma responsabilidade cada vez mais relevante para as empresas.
Quando um executivo embarca para uma reunião, a atenção costuma estar concentrada na agenda, nos compromissos e nos resultados esperados. Mas basta uma mudança repentina nas condições climáticas, uma interrupção operacional em aeroportos ou um evento inesperado no destino para que uma viagem planejada se transforme em uma situação de risco para pessoas e empresas.
Nos últimos anos, a gestão de viagens corporativas deixou de ser uma atividade focada exclusivamente em logística e controle de despesas. A crescente complexidade dos deslocamentos nacionais e internacionais ampliou a necessidade de monitoramento, inteligência de risco e capacidade de resposta em tempo real.
A experiência acumulada pela Copastur ao longo de mais de 50 anos de atuação em mobilidade corporativa acompanha essa transformação de perto. O que antes se concentrava na emissão de passagens e reservas de hospedagem hoje exige uma visão mais ampla da jornada do viajante , combinando tecnologia, atendimento especializado, monitoramento e suporte 24/7 humanizado para lidar com cenários cada vez mais dinâmicos.
À medida que as viagens corporativas se tornaram mais complexas, a gestão de riscos passou a ocupar um papel central nas estratégias de mobilidade, ajudando as organizações a antecipar vulnerabilidades, responder com mais agilidade a eventos inesperados e minimizar impactos sobre pessoas, operações e negócios.
O que é Duty of Care nas viagens corporativas?
Duty of Care nas viagens corporativas é o princípio que orienta as organizações a adotar medidas para proteger a segurança, a saúde e o bem-estar dos colaboradores durante deslocamentos profissionais. Na prática, o conceito reúne políticas, processos e ferramentas que ajudam a identificar riscos, ampliar a visibilidade sobre as viagens e oferecer suporte antes, durante e depois de cada deslocamento.
Sua aplicação do Duty of Care está diretamente relacionada ao Travel Risk Management (TRM) , abordagem que integra prevenção, monitoramento e resposta a incidentes para reduzir vulnerabilidades operacionais e fortalecer a segurança dos viajantes.
À medida que as viagens corporativas se tornam mais complexas, cresce também a necessidade de transformar informações em decisões rápidas e eficientes.
Antes de embarcar: a principal estratégia é o Duty of Care nas viagens corporativas
Em 2026, a melhor estratégia para a segurança é o Duty of Care nas viagens corporativas . Grande parte dos riscos pode ser reduzida ainda na fase de planejamento . Uma política consistente de Duty of Care começa antes mesmo da emissão das passagens, com ações que ajudam a ampliar o controle sobre a jornada e minimizar a exposição a situações imprevistas. Seja em viagens de negócio, viagens de incentivo ou em descolamentos para eventos corporativos.
Entre as principais práticas estão:
Avaliar o contexto do destino e possíveis fatores de risco
Manter políticas de viagens atualizadas
Orientar previamente os viajantes sobre procedimentos de segurança
Centralizar reservas em canais homologados
Garantir visibilidade sobre itinerários e deslocamentos
Além de fortalecer a proteção dos colaboradores, esse planejamento facilita a atuação da empresa caso ocorram mudanças de cenário ou eventos que possam impactar a viagem.
Gestão de riscos durante a viagem corporativa: informação e resposta rápida fazem a diferença
Quando o colaborador está em deslocamento, o acesso rápido à informação passa a ser um fator decisivo para a gestão de riscos .
Monitoramento contínuo, comunicação eficiente e suporte especializado ajudam as organizações a responder com mais agilidade diante de interrupções operacionais, alterações de rota ou situações emergenciais.
Nesse cenário, a tecnologia assume um papel cada vez mais relevante. Ferramentas de monitoramento e inteligência de dados permitem acompanhar eventos que possam afetar determinadas regiões, ampliar a visibilidade sobre os deslocamentos e apoiar decisões em momentos críticos.
Na Copastur, essa abordagem faz parte da evolução das soluções voltadas à gestão de viagens corporativas. Um exemplo é o C+ TripCare , plataforma desenvolvida para apoiar empresas no monitoramento de riscos e na gestão das informações relacionadas aos viajantes ao longo da jornada.
Segundo Alessandro Silveira , Chief Transformation and Customer Experience Officer da Copastur, a proteção dos colaboradores depende de uma visão integrada de toda a experiência da viagem. “Proteger colaboradores durante uma viagem vai muito além de reagir a incidentes. É preciso combinar informação, monitoramento, tecnologia e atendimento especializado para que a empresa tenha condições de agir rapidamente quando necessário. Quanto maior a visibilidade sobre a jornada do viajante, maior a capacidade de tomar decisões mais seguras e assertivas.”
Depois da viagem corporativa: transformar experiência em inteligência operacional
A gestão de riscos não termina quando o colaborador retorna. Registrar ocorrências, analisar incidentes e revisar processos são etapas importantes para identificar vulnerabilidades e aprimorar continuamente as políticas de viagens. Cada deslocamento gera informações valiosas que podem contribuir para decisões futuras mais seguras e eficientes. Ao transformar experiências em aprendizado, as organizações fortalecem sua capacidade de prevenção e aumentam sua maturidade na gestão de riscos corporativos.
Segurança digital também faz parte do Duty of Care nas viagens corporativas
A proteção do viajante vai além dos riscos físicos. O uso de dispositivos móveis, conexões em redes públicas e o acesso remoto a sistemas corporativos ampliaram a necessidade de incorporar a segurança digital às estratégias de mobilidade corporativa . Medidas como autenticação multifator, utilização de redes seguras (VPNs), atualização constante de dispositivos e orientações específicas para cada destino ajudam a reduzir a exposição a ameaças cibernéticas e reforçam a proteção das informações corporativas.
Em um cenário de crescente digitalização das viagens, segurança física e segurança da informação passaram a caminhar juntas.
Uma nova visão sobre a proteção do viajante corporativo
A evolução do Duty of Care reflete uma mudança importante na forma como as empresas enxergam as viagens corporativas.
Se antes a preocupação estava concentrada principalmente na eficiência logística, hoje ela inclui também a capacidade de proteger pessoas, garantir a continuidade das operações e responder rapidamente a cenários de incerteza.
Com mais de cinco décadas de experiência, a Copastur acompanha organizações de diferentes segmentos e realidades de mobilidade corporativa. Essa trajetória contribui para uma visão integrada da gestão de viagens, conectando atendimento, tecnologia, dados e suporte especializado para atender às necessidades específicas de cada empresa.
Mais do que reagir a incidentes, o desafio das organizações passou a ser antecipar riscos , ampliar a visibilidade sobre seus viajantes e construir estruturas capazes de oferecer apoio quando ele realmente é necessário.
Em um ambiente cada vez mais complexo, proteger pessoas deixou de ser apenas uma responsabilidade operacional. Tornou-se uma decisão estratégica para empresas que buscam fortalecer a segurança dos colaboradores e a continuidade dos negócios.