6 coisas que você precisa saber sobre o mercado de offshore

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O Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP) estima que os investimentos anuais em exploração e produção de petróleo no Brasil possam dobrar para US$ 50 bilhões nos próximos anos.

Sem dúvidas, especialmente depois da descoberta do Pré-Sal, temos diversos recursos a serem explorados por meio das plataformas, gerando empregos e oportunidades de negócios.

O mercado de offshore se expande rapidamente. Se você quer conhecer mais sobre o segmento e investir apropriadamente, acompanhe as informações valiosas que apresentamos neste post!

No que consiste o mercado offshore?

“Offshore” é uma expressão em inglês para “operado no mar” ou “afastado da costa”. No segmento de petróleo, é tido como um termo básico do vocabulário técnico dos profissionais.

O aumento da produção nacional foi provocado por uma série de novas tecnologias. Elas geram um aumento de reservas que já têm seu volume de óleo conhecido e estão aptas a serem exploradas (também conhecidas como “reservas provadas”). Houve então um grande aumento da quantidade de plataformas exploradoras em atividade.

No segmento offshore existe uma série de questões que determinam os processos de exploração, tais como segurança, etiqueta entre trabalhadores e capacitação. Confira a seguir algumas curiosidades importantes para quem deseja se aprimorar nesse segmento!

Curiosidades sobre o mercado de offshore

Alguns aspectos são essenciais para quem deseja fazer frente neste mercado. Acompanhe!

1. A segurança é um fator essencial

Um relatório da Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostrou que mais de 60% das plataformas exploradoras foram multadas por negligências operacionais. Para evitar acidentes, é preciso seguir, à risca, normas de segurança operacionais regulamentadas pelo governo federal e a supervisão da ANP.

Em 2007, criou-se o Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional (SGSO), e os contratos de concessão para explorar os reservatórios tornaram-se obrigatórios.

Após iniciar as operações, as empresas operadoras do campo se encarregam do cumprimento das regras estabelecidos no SGSO. A ANP se encarrega da supervisão dessas práticas de segurança.

1.2 Como a ANP faz a supervisão na indústria offshore?

No segmento offshore, a supervisão é feita logo após o início do processo exploratório. A agência tem, portanto, livre acesso ao local concedido. Nas rodadas de licitação, a ANP tem acesso a todas as informações técnicas do processo, seja por meio de auditorias, seja por meio da análise de dados.

Ela então verifica o cumprimento das práticas de gestão de segurança obrigatória nas instalações de perfuração, produção, armazenamento e transferência.

Caso os aspectos avaliados nas auditorias não estejam de acordo com o SGSO, as empresas exploradoras precisam arcar com multas e têm o dever de solucionar as pendências em um prazo definido pela agência.

2. É importante ter uma segunda língua

Grande parte do vocabulário no segmento offshore ainda é dominado pela língua inglesa. Como o segmento de petróleo, energia e gás se expande no Brasil, as empresas procuram por profissionais qualificados, que saibam lidar com os desafios de um mercado globalizado. As escolas de capacitação nesse mercado procuram, por exemplo, oferecer aulas bilíngues.

Veja alguns dos termos mais utilizados e seus significados:

  • biofuels — biocombustíveis;
  • bunker — combustível para abastecer navios;
  • downstream — refino e distribuição dos derivados;
  • EPC (engineering, procurement and construction) — empresa ou conjunto de empresas que se responsabilizam por executar as fases de um projeto, bem como a aquisição de materiais e contratação de serviços para construir uma obra;
  • exploration — exploração;
  • floating, production, storage and offloading (FPSO) — unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo, tendo como base um navio;
  • FPU (floating production unit) — unidade flutuante de produção;
  • high grade bond — obrigação classificada como de alta qualidade pelos serviços de classificação Moody’s (Duplo A) e Standard&Poor’s (Triplo A);
  • metodologia Bottom-up — trata-se de uma metodologia para inventário de emissões estratosféricas que usa informações sobre consumo de energia e combustíveis de cada fonte, de forma que seja possível fazer a gestão individualizada de cada uma delas;
  • QAV — querosene de aviação;
  • safety procedures — procedimentos de segurança;
  • top-down — metodologia que usa informações consolidadas sobre o consumo total de energia e combustíveis em uma instalação ou conjunto de instalações.

3. É fundamental contar com uma rede de suporte

Um colaborador que atue offshore, em qualquer função ou segmento, precisa de apoio do parceiro e dos entes queridos. Eles devem ter ciência de quais estratégias adotar em situações de emergência e do que fazer caso você esteja ausente.

Em geral, os trabalhadores podem manter contato com cônjuges, filhos e outras pessoas por meio de telefone e internet. Formar uma rede de apoio compreensiva é essencial para lidar com as limitações relacionadas à distância.

Garanta que seu empregador tenha detalhes de seu contato de emergência em casa e que seus familiares e amigos tenham acesso ao seu empregador caso precisem de informações confidenciais.

É comum que supervisores tenham acesso a um telefone a qualquer hora do dia, mas quem trabalha no convés ou nas operações de perfuração já tem os horários mais limitados.

4. Os trabalhos exigem disposição física

No segmento offshore, os horários de trabalho não vão das 8h às 17h, especialmente para os recém-contratados. Os exames médicos dos trabalhadores precisam estar em dia por uma série de fatores: além dos plantões, as instalações são ruidosas e podem causar perdas auditivas, caso haja exposição excessiva aos ruídos sem a devida proteção.

5. Os códigos de conduta são extremamente necessários

É comum que em instalações offshore os trabalhadores precisem dividir quartos de dormir com os colegas de trabalho. Por isso, as empresas encarregadas precisam se preocupar com a disseminação de regras de etiqueta compartilhada.

Atuar nas plataformas fica mais fácil quando os colaboradores respeitam o espaço pessoal um do outro. Por isso, é importante que as empresas os instruam a arrumar o quarto e a levar tudo o que for necessário para o turno, de modo que eles não precisem voltar para o quarto e incomodar quem estiver dormindo.

Muitas tecnologias melhoram o compartilhamento dos espaços nas plataformas e o respeito aos códigos de conduta. Cortinas magnéticas ajudam a deixar o ambiente bem escuro para instigar o sono e as paredes podem ajudar a reduzir os ruídos.

6. É preciso ter cuidado com a internet

Hoje, quem trabalha no segmento offshore tem um bom acesso à internet pelas redes sem fio. Nem por isso, contudo, eles podem baixar filmes e jogos para se entreter no mar. Mesmo que a maioria das sondas forneça agora instalações Wi-Fi, elas são muito inadequadas para lidar com demandas de dados maiores. Por isso, as empresas instruem os colaboradores a baixar esse tipo de conteúdo em casa.

O primeiro passo para se destacar no mercado de offshore é a capacitação. Felizmente, para facilitar a comunicação entre as empresas e os colaboradores que atuam nas plataformas, existe uma série de tecnologias que amparam também na automatização de tarefas e na melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores.

Agora que você já conhece alguns aspectos do mercado offshore, que tal compartilhá-las em suas redes sociais?

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