Saiba como criar uma campanha de incentivo para sua equipe

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O bom desempenho das equipes é um elemento indispensável às empresas que visam o sucesso e a expansão de seus negócios. O detalhe é que a conquista de altos índices de produtividade está associada a uma série de fatores técnicos, gerenciais, operacionais e, claro, comportamentais. Por essas e outras é que as práticas voltadas à gestão de pessoas vêm ganhando importância estratégica no universo corporativo.

Ações destinadas à atração e à retenção de talentos, à capacitação dos colaboradores e à criação de oportunidades de crescimento profissional subiram diversos degraus na lista de prioridades dos gestores. E um dos principais desafios dessa gestão é motivar, valorizar e encorajar os colaboradores a buscarem uma performance excepcional — tanto individual como coletiva.

Para garantir esse estímulo adicional, uma das iniciativas mais eficientes envolve uma campanha de incentivo, alternativa aos tradicionais modelos de remuneração e concessão de benefícios. Entretanto, para que os efeitos esperados apareçam, é preciso cuidar do planejamento, da execução e, em especial, do monitoramento dos resultados e do aperfeiçoamento contínuo do programa. Que tal aprender tudo isso e um pouco mais agora mesmo?

Em que se baseia uma campanha de incentivo?

Por mais que a campanha de incentivo possa abranger toda a empresa, de acordo com as peculiaridades e responsabilidades de cada setor, ele ainda é mais usado pelos departamentos comerciais, com a intenção de alavancar vendas, girar estoques e fidelizar clientes. Vale lembrar que o programa de incentivo deve ser autofinanciável, não devendo gerar custos extras para o negócio. Assim, o incremento no faturamento precisa ser suficiente para custear as premiações e ainda gerar um lucro suplementar.

Essa iniciativa deve estar suportada por 3 elementos básicos: motivação, reconhecimento e recompensa. Um programa bem estruturado, baseado na meritocracia e em critérios transparentes, é determinante para a formação de equipes de alto desempenho. Identificando e gratificando os profissionais mais comprometidos, os colaboradores conseguem entender que é possível crescer dentro da empresa por meio de esforço pessoal.

Como exatamente criar uma campanha dessas?

A implementação de qualquer campanha de incentivo demanda planejamento sólido, regras claras e sistema de comunicação eficiente. Confira quais são as principais etapas da criação da campanha e prepare-se para colocar as mãos na massa!

Identificação dos objetivos macro

O primeiro passo deve ser a identificação dos objetivos macro da empresa, que, em geral, são uma tradução da estratégia corporativa. Na sequência, esses objetivos precisam ser desdobrados em metas individuais e coletivas, envolvendo gestores, equipes e colaboradores.

É importante avaliar gargalos, ameaças e maiores obstáculos a serem enfrentados. Pontos críticos merecem mais atenção, com um acompanhamento realmente próximo. É preciso, então, considerar diversas questões: projetos e investimentos, surgimento de outros nichos de mercado, fluxo de migração de clientes e chegada de novos concorrentes. Com essa análise, fica mais fácil estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazos, que serão trabalhados pelo programa de incentivo.

Definição de metas individuais e coletivas

As metas individuais devem ser definidas conforme os limites de atuação, cargo e experiência dos profissionais. Precisam ser ambiciosas, mas sempre realistas, de modo a fortalecer a motivação do time. Pense bem: quando as metas são inalcançáveis, podem provocar apatia e descrença na campanha. Além disso, é necessário adotar métricas e indicadores de fácil compreensão, para simplificar o entendimento de todos.

Já as metas coletivas têm a finalidade de integrar a equipe e estimular a colaboração. Assim, a campanha de incentivo contribui também para melhorar o clima organizacional, estimulando a complementaridade e a ajuda mútua.

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Escolha de recompensas realmente estimulantes

As recompensas precisam ser escolhidas com base em uma ampla pesquisa, que contemple não só o perfil dos colaboradores e as tendências do mercado, mas também a cultura e os valores corporativos. Quanto aos profissionais, há várias características que devem ser observadas: faixa etária, escolaridade, estado civil, idade dos filhos, média salarial, nível de endividamento, além de hábitos de consumo e lazer. Essas informações servem para suportar a elaboração de um portfólio de premiações verdadeiramente atrativo.

Outro aspecto a ser avaliado é a opção por recompensas convencionais, como brindes e comissões, ou por novas experiências, como as viagens de incentivo, com pacotes que incluem hospedagem, traslado, passeios e convites para eventos. De fato, por promoverem diversão e entretenimento, as viagens de incentivo têm conquistado a preferência de muitos profissionais. Além disto o tempo que cada prêmio fica na memória dos premiados e aqueles que geram efeitos emocionais e elo com a marca/empresa. Do ponto de vista das empresas, ainda há mais uma vantagem: isenção dos encargos trabalhistas.

Concepção do sistema de comunicação

Um sistema de comunicação eficiente é fundamental para o êxito da campanha de incentivo. Afinal, todos os profissionais devem conhecer o regulamento, as metas, os indicadores e os resultados obtidos. Tal sistema deve contemplar soluções tecnológicas, como e-mails, plataformas, aplicativos e redes sociais corporativas, mas também precisa fazer uso de outros canais internos, como reuniões gerenciais e até mesmo os tradicionais murais de aviso.

É importante salientar que os gestores têm papel especial durante todo esse processo, compartilhando informações, multiplicando conhecimento e apoiando o desempenho dos colaboradores de forma geral.

Mensuração dos resultados

Para assegurar a eficiência do programa de incentivo, é absolutamente essencial mensurar a evolução das equipes de forma constante. Nesse sentido, além de monitorar as métricas e os indicadores, também é preciso medir a satisfação dos próprios colaboradores com o programa.

Especificamente para essa avaliação, as pesquisas de clima organizacional podem ser bastante úteis. Nesse caso, por meio das respostas dadas a diversas perguntas, é possível perceber como as equipes enxergam as regras, os prazos e as recompensas. Com isso, fica mais fácil corrigir eventuais desvios.

Vale frisar também que o programa de incentivo deve estar em sintonia com outras práticas voltadas à gestão de equipes, pois o desempenho dos profissionais está atrelado a inúmeros outros fatores — principalmente a uma gestão mais humanizada, que valoriza o indivíduo, apoia a diversidade, investe em treinamento, oferece oportunidades de crescimento e estimula a participação.

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Sobre o autor

Formado em Administração Pública pela Unesp e Pós Graduação em Administração e Gestão de Eventos pelo Senac SP, Alexandre Kida é responsável pela área de eventos & incentivos na Copastur. Com experiência de 17 anos na área, é apaixonado pelo que faz, compromissado com a excelência na entrega dos serviços e satisfação plena dos clientes.

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