Afinal, como estruturar um programa de benefícios na minha empresa?

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Muitos gestores entendem o programa de benefícios como uma alternativa para tornar a empresa mais atraente aos olhos dos colaboradores. E essa perspectiva não está errada.

O problema é que, normalmente, os programas não são estruturados de forma a realmente atender a esse objetivo. Saiba: ficar preso ao modelo VT + VR não adianta em nada no que se refere às expectativas dos profissionais.

Pensando nisso, o primeiro passo é entender como você pode estruturar um programa de benefícios de qualidade na sua empresa. Quer saber mais? Fique ligado nas dicas deste post!

Que vantagens um programa de benefícios traz?

Antes de investir os recursos da sua empresa em qualquer projeto, você precisa ter certeza de que haverá um retorno positivo. Será que você sabe quais são as verdadeiras vantagens de um programa de benefícios? Caso ainda exista alguma dúvida, vamos rever alguns motivos para investir na sua estruturação, ok?

Motivação dos funcionários

Qualquer colaborador gosta de sentir que seu trabalho é valorizado. Ao perceberem essa valorização, a tendência é que os profissionais trabalhem ainda mais, o que gera um ciclo virtuoso entre o reconhecimento da empresa e a produtividade, graças à motivação dos funcionários.

Mas atenção: o salário não é a única forma de valorização. Você também pode demonstrar apreço pelo que seus colaboradores fazem por meio dos benefícios, que agregam valor sem necessariamente depender de dinheiro. Aliás, muitos tipos de benefício oferecem valores mais significativos que os tradicionais bônus em espécie.

Melhoria do ambiente

Funcionários felizes resultam em empresa harmônica. É simples assim. Se os funcionários estão satisfeitos com o programa de benefícios que a empresa oferece, esse sentimento transborda em todas as suas relações dentro do ambiente de trabalho. Assim, você rapidamente vai notar menos conflitos e mais colaboração no escritório.

Aumento da produtividade

Um programa de benefícios não consiste apenas em dar. Muito pelo contrário, inclusive, os melhores programas são aqueles que estipulam certas regras para que os colaboradores mantenham o direito a um certo benefício ou, ainda, que estipulam metas para os colaboradores conquistarem o acesso a benefícios melhores. A estruturação adequada de um programa de benefícios pode, portanto, alavancar a produtividade de toda a equipe.

Como estruturar um programa de benefícios?

Até aqui, nós já trouxemos algumas pistas para responder a essa pergunta. A partir de agora, vamos ver de forma mais estruturada quais são os princípios essenciais para estruturar um programa de benefícios nota 10.

Alinhe benefícios e expectativas

A primeira dica é fazer uma boa pesquisa com os funcionários da empresa antes de definir quais serão os benefícios contemplados pelo programa. Dessa forma, você consegue ter a certeza de que está oferecendo o que eles querem. Quanto maior for o alinhamento entre aquilo que a empresa coloca na mesa e aquilo que o time gostaria de receber, mais fortes serão os impactos positivos dessa ação.

Defina regras claras e as transmita para o time

Uma vez que os benefícios já estiverem definidos, é hora de estipular quais serão as regras do jogo. Resumindo, você deve responder a 2 perguntas:

  1. o que os funcionários precisarão fazer para ter direito ao benefício;
  2. em quais circunstâncias eles perderão esse direito.

Para que as regras sejam eficientes, você precisa comunicá-las adequadamente a toda a equipe e, também, ser rigoroso em relação a seu cumprimento. Mas é bom se manter flexível para reexaminar e mudar as normas se elas não trouxerem o efeito desejado: um maior engajamento por parte dos colaboradores.

Aposte no poder da criatividade

Nós já começamos este post aconselhando a fugir dos benefícios tradicionais, está lembrado? Mas não queremos dizer que eles não tenham seu valor. Em termos práticos, vale-transporte e vale-refeição são ótimos benefícios. O problema é que eles não trazem nenhum apelo mais emocional aos colaboradores. Por isso, nossa recomendação é que você tente ser bem mais criativo.

Pense nos benefícios que você mesmo gostaria de ter em uma relação de trabalho. Estamos falando de possibilidades como:

  • firmar convênios com academias;
  • oferecer descontos em livrarias e cinemas;
  • realizar eventos voltados para a integração e a diversão;
  • instalar uma sala de lazer completa dentro da empresa.

Conte com parceiros de excelência

Não adianta nada desenvolver um programa de benefícios que é ótimo no papel, mas, na vida real, não funciona. E como esses benefícios normalmente não são diretamente oferecidos pela sua empresa, o que você realmente precisa para que o programa tenha sucesso é encontrar parceiros confiáveis, que não vão deixar nem você nem seus colaboradores na mão.

Se você vai oferecer um convênio com uma academia, por exemplo, deve procurar estabelecimentos que ofereçam bons equipamentos e profissionais responsáveis de educação física. Já imaginou o que pode acontecer se você fecha um convênio com uma academia duvidosa e um de seus colaboradores se machuca durante os exercícios?

Outro ótimo exemplo é o das viagens de incentivo, sempre muito eficazes para alavancar a motivação dos profissionais em metas específicas, como as dos times de vendas em geral. Nesse caso, procure uma empresa especializada na gestão desse tipo de viagem, que vai garantir uma experiência de qualidade à equipe e, ao mesmo tempo, economia para o negócio.

Use métricas

Sim, métricas também são importantes para estruturar o programa de benefícios da sua empresa. Por meio delas, afinal, você poderá reconhecer se o projeto está alcançando sucesso ou se precisa de alterações. Mas o que exatamente é bom medir? Pois trouxemos aqui algumas sugestões.

Colaboradores que conquistaram o direito a certo benefício

Essa métrica vai permitir que você entenda se os colaboradores estão seguindo direitinho as regras do programa. Se não estiverem, perderão o acesso ao benefício e essa taxa vai cair.

Uso de determinado benefício

Essa métrica vai permitir que você identifique, entre os colaboradores que ganharam o benefício, quantos estão realmente usufruindo dele. Tenha em mente que, se a taxa for baixa, pode indicar que não existe interesse real no benefício oferecido. Assim, embora consuma recursos financeiros da empresa, ele não vai gerar impacto positivo.

Retorno sobre o investimento feito

Essa métrica se propõe a entender a relação entre o investimento feito pela empresa no programa de benefícios e as vantagens obtidas graças a ele. Ela é mais difícil de calcular, pois você não consegue colocar um valor exato em itens como motivação dos funcionários. Um bom ponto de partida seria avaliar o aumento da produtividade causado pelo programa de benefícios e, então, relacionar essa produtividade à lucratividade do negócio.

Com essas dicas, você já pode começar a estruturar o programa de benefícios certo para sua empresa. Quer saber mais? Então siga a Copastur nas redes sociais! Estamos no Facebook e no Twitter. E não se esqueça de se inscrever em nosso canal do YouTube!

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